... Pai, nos ensina este jogo da vida, onde a vida só paga pra ver...
Como é difícil colocar em prática a mesma educação que recebemos dos nossos pais, em mil novecentos e...
Dar bom dia ao vizinho que passa, levantar da cadeira quando o professor entra na sala de aula, ficar em posição de sentido (ou melhor) e com a mão no coração, quando se entoa o hino nacional, ou, uma coisa mais simples, que faz grande diferença, e nosso presidente Lula conhece muito bem... “não largar comida no pratoâ€!!!
Devemos ensinar os nossos filhos (persistir, não desanimar nunca...) se quisermos um país melhor de se viver...
Quando em muitos lares abastados ou não encontramos várias formas de desperdício... Muitos passam fome!!!... Quero que minhas filhas aprendam a colocar em seus pratos apenas o que realmente vão comer, pois jogar comida fora não é sinal de fartura. Sugiro ao presidente Lula, ou a quem interessar possa, que, antes de aumentar a produção de alimentos, se faça uma conscientização nacional do “desperdício†que é cometido, desde a produção até o consumidor, e que os meios de comunicação se engajem nesta campanha, divulgando as perdas que se tem, desde o plantio, colheita, transporte, armazenamento, distribuição, supermercados, mesa do consumidor... aí sim teremos como atacar o problema da fome... a caridade não se faz com o que sobra, e sim com o que falta. O que se joga no lixo (onde muitos “seres humanos†vão se alimentar) acredito que já daria para alimentar “os milhões†de companheiros, companheiras e companheirinhos que passam fome “neste país gigante pela própria naturezaâ€...
Que o ilustríssimo, excelentíssimo “companheiro†visitasse as Centrais de Abastecimentos Gerais do Brasil, com seus ministros, destinando administradores competentes, com políticas de finalidade para a qual foram criadas, ou seja, abastecer o “mercadoâ€, e que os alimentos não comercializados nestas centrais fossem usados como doação a entidades sociais que fariam a distribuição às pessoas cadastradas. As entidades pagariam com papéis do governo municipal “que valeriam descontos nos tributos municipais†e este por sua vez trocaria tais vales com o governo federal, para ampliar os benefícios ao município... (aliás, por que não inverter as porcentagens de impostos que vão para a federação e as que ficam no município, já amenizaria até a corrupção que se alimenta assustadoramente em todos os setores da República, pois como estamos assistindo aqui em Bauru, na Câmara Municipal, fica até mais fácil fiscalizar!!!) Assim estaremos assistindo a uma verdadeira partida, ou melhor, saída... para invertermos este placar desfavorável à Nação e ao mundo!!! (Jorge Hamilton Quatrina - RG: 7.669.680)