Turismo

Ópera e a boa música


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Os rio-pretanos têm orgulho de sua cidade, do progresso alcançado nas últimas décadas e da preocupação de seus governantes com a cultura, envolvendo a boa música.

Ribeirão Preto exibe, no Quarteirão Paulista, o imponente prédio do Theatro Pedro II, o terceiro teatro de ópera do País.

O prédio do teatro, o Edifício Meira Júnior e o Palace Hotel formam o “quarteirão”, concluído em 1930, pela Companhia Cervejaria Paulista, cujo diretor João Meira Júnior, intencionava dar à cidade, na época importante produtora de café, um local de grande valor arquitetônico para manifestações culturais.

O edifício do teatro tornou-se, culturalmente, nas décadas seguintes à sua construção, pólo centralizador da região mogiana, ultrapassando os limites municipais, tendo sido tombado como Monumento Histórico-Cultural.

Inaugurado em 1930, desativado em 1980, por causa de um incêndio e reinaugurado em 1996, o espaço conserva suas características originais, incluindo a bela Sala de Espelhos, de onde tem-se a melhor vista da Praça XV, onde a cidade se originou.

A sala tem peças originais da fundação do teatro, exibindo três grandes e belos lustres de cristal em estilo art déco.

O imponente teatro que recebe grandes produções e artistas, como a Sinfônica de Moscou e os Meninos Cantores de Viena, conta com mais de 1.500 lugares em seu teatro de ópera e quase 200 no teatro de câmera. A acústica isolada não interfere em apresenções paralelas.

Além do Theatro D. Pedro, Ribeirão Preto possui um Teatro Municipal, com linhas modernas e o Teatro de Arena, considerado um dos poucos teatros em estilo grego, no Brasil, com capacidade para 2.500 pessoas.

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