Polícia

Distribuidor nega venda de processador de água usado


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Jaime de Mello Carlos, distribuidor de uma empresa que vende processadores de água, nega que o aparelho adquirido pelo balconista Héber Júnior Ferreira seja usado. Na semana passada, Ferreira registrou boletim de ocorrência alegando que foi lesado.

Carlos afirma que Ferreira foi convidado a ser vendedor da empresa e adquiriu, por livre e espontânea vontade, um aparelho novo, e acabou não pagando pelo bem. “A pessoa compra consciente. Ninguém obriga a assinar o contrato”, diz.

Segundo Carlos, o aparelho foi testado na frente de Ferreira. “Se o aparelho fosse usado, estivesse danificado, a água sairia impura. E foi o teste da água”, explica. No boletim de ocorrência, Ferreira alega que foi levado a comprar o aparelho, depois descobriu tratar-se de equipamento usado e não conseguiu trocá-lo. Por isso, deixou de pagar as prestações.

Porém, Carlos afirma que Ferreira deixou de pagar as prestações e depois reclamou que o aparelho era usado, o que não procederia. Sobre a reclamação de Ferreira, de que foi levado a comprar o aparelho, Carlos diz que a empresa pede que os vendedores adquiram, assim que possível, um kit, que inclui o processador, para fazer a demonstração, mas ninguém é obrigado.

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