A interdição da ponte que liga os bairros da Zona Leste tem causado algumas polêmicas.
O senhor Dota, ex-líder do prefeito na Câmara, foi eleito pelo PPS. Saiu para concorrer a deputado federal (obteve inexpressiva votação) pelo PTB. No PPS ele não tinha espaço. Vale frisar que na inauguração da ponte ajudou a descerrar a placa, é de se estranhar sua posição agora.
O senhor Clemente, outrora austero defensor do governo, foi eleito com apoio do prefeito Nilson Costa e de vários companheiros da administração, inclusive eu. O nobre edil esteve no bairro muitas vezes com o alcaide em campanha, e no dia em que a ponte foi liberada, ele também estava lá.
O reverendo (como gosta de ser chamado) Roberto não tem nenhum serviço prestado para sociedade marydotense e insiste em dizer que representa os moradores (assunto que voltaremos a discutir); só aparece na hora da desgraça alheia.
O Dota e o Clemente querem a CEI da ponte. Pergunto: por que não assinaram pedido de Comissão Processante quando a Associação de Mutuários do Mary Dota denunciou o vereador Dota por prejudicar centenas de mutuários? Por que recontrataram seus assessores, que ganham aproximadamente R$ 2 mil? Ainda querem falar de malversação do dinheiro público?
Para o bauruense é bom que se apurem todos os fatos, que se punam os culpados e que os acusadores respondam por suas calúnias e difamação, mas por favor, sem demagogia, pois o povo está de de saco cheio e de olho nos oportunistas de plantão. (Paulo Roberto Ferreira - RG 16434347 parofe23@hotmail.com)