A diretoria da Unimed-Bauru primeiramente agradece a carta do usuário, que alerta para uma situação que não deve acontecer, permitindo, assim, a verificação e correção de um problema que contraria as premissas da cooperativa médica. E aproveita para se solidarizar e se indignar pela situação vivida pelo casal e relatada na carta.
Mas cabe também esclarecer que o Pronto-Atendimento do Hospital Beneficência Portuguesa não é administrado pela Unimed, e sim pela diretoria daquela unidade médica. Sendo credenciado para prestar atendimento aos usuários da Unimed- Bauru da mesma forma como são o pronto-atendimento do Hospital de Base e da própria Cardiovida. Os dois pronto-atendimentos gerenciados pela Unimed na cidade são o do Hospital da Unimed, na rodovia Comandante João Ribeiro de Barros, e o do ambulatório do Plano SIM, que funciona na sede da cooperativa, na quadra 12 da rua Agenor Meira, e que estão de portas abertas para atender aos usuários da Unimed da maneira mais acolhedora, profissional e responsável possível.
A diretoria da Unimed-Bauru, na figura de seu presidente, doutor Carlos Eduardo Sacomandi, irá verificar o fato relatado na carta e certificar-se do que realmente ocorreu, pois também acha “um abuso†e absurdo que se tenha que pagar consulta para verificação de pressão arterial da maneira como foi descrito na carta. Tal procedimento não é orientado nem permitido pela Unimed. Por conta disso, será solicitado à diretoria do Hospital Beneficência Portuguesa um esclarecimento sobre a situação.
A missão da Unimed Bauru é propiciar atendimento de altíssima qualidade ao usuário, em retribuição a sua preferência pelo plano e também pelo que ele paga como mensalidade.
Mais uma vez, a diretoria da Unimed- Bauru agradece ao missivista pelo alerta e se coloca à disposição de qualquer usuário que tenha alguma dúvida ou queixa, bastando para isso ligar para a Central de Atendimento ao Usuário, pelo fone 235-3322. (Assessoria de Imprensa da Unimed-Bauru)