O empresário Devanir Bettio, sócio-proprietário de uma oficina de vidros e peças para veículos, conta que tomou emprestado R$ 40 mil da Caixa Econômica Federal (CEF) para aumentar o número de itens em estoque. “O problema é que a cada ano que passa entram dez, 15 novos tipos de carro no mercado. Temos que ter fechadura, guarnições, pára-brisas e haja dinheiroâ€, declara.
Bettio diz que estava perdendo negócios por falta de produto em estoque. Segundo ele, o movimento de início de ano está aquecido, o que deve lhe garantir certa “folga†para quitar as parcelas do empréstimo. “Mesmo se o movimento voltar ao ritmo normal, mais fraco que hoje, dá para pagar tranqüiloâ€.
Para comprar uma embaracação nova, o empresário Celso Aguiar, proprietário de um porto de areia, emprestou R$ 45 mil da Caixa. Com o investimento, ele acredita que mesmo a demanda deve aumentar. “Estava precisando de uma embarcação nova para aumentar a produção, a extração de areia no casoâ€, afirma.
De acordo com Aguiar, os juros estão num patamar satisfatório, mais baixos que os de outras fontes. Com o novo barco, que fica pronto em março, o empresário deve contratar mais “um ou dois†funcionários. “Vamos aumentar o número de funcionários, simâ€, declara.