É um dos institutos jurídicos mais discutidos e debatidos em razão da insegurança existente atualmente.
Como não poderia ser diferente, existem duas correntes. Quem é contra sustenta a tese de que somente iria ser aplicada em casos dos três “pêsâ€, ou seja, com sacrifício de “pobre, p. e...â€. Salienta-se que não é o caso, eis que não traz a solução e, inclusive, aumentaria a criminalidade.
Já os defensores da pena argumentam que, embora pareçam ser os defensores da morte, em verdade são os legítimos defensores da vida, já que procuram inibir o procedimento rasteiro, escuso, bruto, agressivo e violento praticado contra a família e o ser humano de bem.
Entretanto, tenho certeza de que a instituição da pena de morte seria benéfica para a eliminação de um único “pâ€, ou seja, do político (o corrupto) que alcança cargo público com falsas propostas, enganando e ludibriando a boa fé da população, inclusive alimentando-a por ocasião das campanhas para depois participar de esquemas de desvio de recursos que deveriam ser aplicados na saúde, educação e saneamento básico.
Claro que os desvios desses recursos culminam ceifando vida de menores e tirando oportunidades de tantos outros, razão pela qual acredito que essa proposta seria aprovada por aclamação popular ou, melhor esclarecendo, por ambas as correntes que debatem a questão da viabilidade da pena de morte, sem esquecer a corrupção desenfreada que assola a Nação, principalmente por parte do político corrupto. (Rubens Spíndola - advogado)