A usina de asfalto de Bauru, em reparos desde o último dia 1, deve demorar, pelo menos, mais uma semana para voltar a funcionar. O prazo para o retorno das atividades na unidade estimado pelo secretário municipal de Obras, Antônio Carlos Duarte, no começo do mês terminou ontem. De acordo com ele, ainda serão necessários de cinco a sete dias para que a usina esteja pronta.
O atraso no término dos reparos, segundo o secretário, foi ocasionado pela descoberta, durante o conserto, de mais peças danificadas. “Quando foi decidido que a usina precisava de reparos, há um ano atrás, foi feita uma avaliação. De lá para cá, até o começo do serviço, outras peças danificadas foram encontradas. Tivemos que mandar fazer peças, rever contratosâ€, explica o secretário.
A Prefeitura contratou depois de licitação, a empresa A.H.S., de São Paulo, para substituir componentes danificados da usina. Desde o começo dos reparos, os técnicos têm trabalhado todos os dias, inclusive nos finais de semana e feriados para terminar o conserto.
“Estamos nos esforçando ao máximo para entregarmos o serviço o mais rápido possívelâ€, diz Márcio Antônio de Souza, técnico que ontem pela manhã trabalhava no reparo da usina. “Esperamos começar alguns testes de funcionamento no fim dessa semanaâ€, afirma.
Tapa-buracos
A paralisação da usina de asfalto fez cair pela metade a freqüência da operação tapa-buracos executada pela Secretaria das Administrações Regionais (Sear) nas ruas da cidade. “Atacamos só as emergências durante esse períodoâ€, afirma o responsável pela pasta, Arlindo Figueiredo.
Segundo o secretário, na última semana o asfalto usado pela Sear veio de uma parceria com o Departamento de Água e Esgoto (DAE), que comprou massa asfáltica para que os recapeamentos não parassem por completo. O DAE abre, em média, 20 buracos por dia, entre as obras de água e esgoto.
Para essa semana, Figueiredo afirma que a própria Sear vai comprar 1.000 toneladas de asfalto para continuar a operação tapa-buracos enquanto a usina de asfalto não fica pronta.