• Parceria
Está marcada para hoje, às 14h, uma reunião entre o presidente nacional da Central Brasileira do Trabalhadores e Empreendedores (CBTE), José Avelino Pereira, e o diretor técnico da Companhia Habitacional de Bauru (Cohab), Rubens de Souza. Em contato com a colunista, Pereira afirmou que sua intenção é formar uma parceria para a construção de casas populares para trabalhadores de baixa renda e para os que trabalham na informalidade, com pequenos negócios.
• Crédito
“Esses trabalhadores não têm acesso às linhas de crédito oferecidas pelo mercado e aos planos habitacionais oferecidos pela Caixa Econômica Federal. Queremos firmar uma parceria com a Cohab para desenvolver um projeto de âmbito nacionalâ€, afirmou Pereira. Segundo ele, a CBTE está presente em 23 Estados e o objetivo é levar o projeto ao maior número de cidades possível.
• Café
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou ontem uma linha de crédito de até R$ 300 milhões para financiar a colheita da safra 2002/2003 do café. A linha também poderá ser convertida para estocagem, segundo divulgou o Ministério da Fazenda. A diferença, neste caso, é que o agricultor ganha mais prazo para a liquidação da operação.
• Prazos
O trâmite é o seguinte: quando o financiamento é feito para a colheita, o prazo é de 90 dias - após a colheita - para o agricultor liquidar o empréstimo. Se ao final deste período quiser converter o financiamento para uma linha de estocagem, ele conseguirá mais 180 dias para saldar o débito. Na conversão, o que existe é uma troca de garantias. O financiamento poderá ser contratado junto ao Banco do Brasil.
• Juros
O objetivo é permitir que o agricultor tenha financiamento durante todo o período de colheita até a comercialização. Isso garantiria mais “tranqüilidadeâ€, na visão do ministério, para a venda do café. No entanto, a taxa de juros cobrada para a operação será de 13% ao ano, contra os 9,5% ao ano cobrados antes. Para este ano não está prevista uma grande safra, já que na de 2001/2002 a colheita foi a maior de todas em 270 anos de cafeicultura no País - cerca de 45 milhões de sacas.
• Modernização
Ainda falando sobre o setor rural, o Conselho Monetário Nacional (CMN) também aprovou ontem um aumento dos recursos para o programa Moderfrota (Modernização da Frota de Tratores Agrícolas, Implementos Associados e Colheitadeiras) de R$ 800 milhões. Desta forma, o total do programa para a safra 2002/2003 passou para R$ 2,59 bilhões. As informações foram divulgadas pelo assessor especial do Ministério da Fazenda, Gerardo Fontelles.
• Renda
As taxas de juros do Moderfrota para quem possui renda bruta anual de até R$ 150 mil passaram de 8,75% ao ano para 9,75% ao ano. Antes, essa taxa era direcionada a agricultores com renda anual bruta de até R$ 250 mil. Para valores acima de R$ 150 mil, a taxa de juros será de 12,75% ao ano - antes era de 10,75% ao ano para valores acima de R$ 250 mil.
• Novidade
Entrou em atividades nesta semana, em Bauru, uma filial do Grupo Martarello & Filie. A inauguração faz parte da estratégia de descentralizar os negócios do grupo da Capital paulista. Basicamente, Bauru foi escolhida por sua localização geográfica dentro do Estado de São Paulo e pelo potencial de desenvolver os negócios da companhia.
• Negócios
O grupo é formado pelas empresas M&F Consultoria Fiscal e Tributária, Four-M Informática, Fimart Assessoria Contábil, Multacar e Latopa Empreendimentos Imobiliários. A companhia existe há oito anos e, com sua chegada a Bauru, também objetiva consolidar seus negócios no Estado de São Paulo, principalmente no Interior.