Lendo a “Tribuna do Leitor†de ontem, achei muito bom o texto de Ângelo Sottovia, referente aos pontos de encontro em Bauru, como a Torre de Belém, Café Mania, O Vilão, Oncotô, Poloni e Pier.... Vou lembrar de mais dois bares, Wolverine e, para mim, o melhor de todos os tempos de Bauru e região, o bar Mocó do Brasil, onde havia telefoninhos nas mesas para paqueras, pinguinhas deliciosas e muito pop/rock, com bandas de Bauru, como Vocalbulários, Fogo de Palha, dentre outras. 1995 foi o melhor ano! Realmente a cidade de Bauru está parada na parte cultural e de lazer. Raríssimas exceções: Templo, que continua lotado, com exposições, música de qualidade, eventos; Cervejaria, com propostas de shows importantes no cenário nacional; Two, única casa noturna que cobra consumação, raramente cobra convites... E falando em Cultura, a cidade precisa investir muito mais, pois se depender do governo de SP, não acontecerá nada. Os preços de teatro, shows e outros eventos precisam ser revistos, pois não é todo mundo que pode pagar R$ 25,00 ou R$ 30,00 para assistir a um espetáculo, e o objetivo parece claro, que é atingir toda a população... Parabéns ao padre Beto pelas brilhantes iniciativas do Sarau, da Pastorarte, todas as últimas quartas-feiras do mês, com apresentação de dança, teatro, música, poesia, pintura, escultura...; e a mais recente, o cine-clube na ITE, com duas sessões de cinema por mês. E ao Huxley Ivens, ator e diretor de teatro, pelas arrecadações com suas peças, da Companhia Mandrágora, em benefício às crianças carentes... Tantas cidades menores que Bauru fazem concursos de música, poesia... e Bauru, engatinhando, aprendendo a falar... com seus artistas. (Gustavo de Carvalho Guedes - Guto Guedes - RG: 22.417.752-7)
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