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Hospital das Clínicas bate recorde de atendimento

Da Redação
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Botucatu - No ano passado, o Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB) registrou números recordes de atendimento em todos os seus setores, segundo dados da assessoria de imprensa da unidade. Mais de 420 mil consultas foram realizadas nos diversos ambulatórios e mais 21 mil novos prontuários foram abertos durante o ano. No total, no centro cirúrgico, foram realizadas 7.044 operações, sendo 2.055 em situações de urgência e emergência.

As cirurgias ambulatoriais chegaram à casa das 3.200, um número cerca de 10% superior ao ano de 2001. As internações (cerca de 18.400) tiveram, em relação ao ano anterior, um incremento de 9,73%. Em 2002 foi registrada uma média de 103 partos a cada mês.

Os crescimentos mais expressivos foram registrados na realização de sessões de quimioterapia, com uma média mensal de 676 procedimentos (25,65% superior a 2001) e de hemodiálise, com uma média mensal de 1.106 atendimentos, ou seja, 15,56% a mais do que no ano anterior.

Aumentos notáveis ocorreram, também, nas estatísticas dos exames laboratoriais ( + 4,26%), radiológicos (+ 15,26%), de ultrassonografia (+ 14,4%), de tomografia (+ 9,09%) e de ressonância magnética (+ 4,08%). Em números globais, esses exames ultrapassaram, em 2002, a mais de 1 milhão de procedimentos.

Segundo a diretora da FMB, professora Marilza Vieira Cunha Rudge, o aumento dos níveis quantitativos e qualitativos no atendimento é resultado dos investimentos realizados, em anos anteriores, pelo Governo do Estado, com apoio do Ministério da Saúde, não só em equipamentos e instalações, mas também na capacitação dos recursos humanos.

Os investimentos foram realizados em várias áreas do hospital: foram instalados equipamentos para implantação do Banco de Olhos e iniciada a implantação de unidade para viabilizar os transplantes hepáticos e a execução de cirurgias da obesidade mórbida. Foram, ainda, aplicados R$ 1,3 milhão para aquisição de equipamentos para diálise, cirurgia da próstata, humanização do parto e para a neurocirurgia.

Foi iniciado, também, o reequipamento do centro cirúrgico, com a aquisição de novos carros anestésicos e outros aparelhos. Foi iniciada a ampliação das UTIs, e a realizada a reforma das enfermarias de clínica médica, de neurologia, de pediatria, de ginecologia, de dermatologia, dos ambulatórios e do Laboratório de Histologia. Aquisições de equipamentos também foram feitas para as áreas de hemodinâmica, de ultra-som, da endoscopia urológica e do Raio-X convencional.

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