Economia & Negócios

Encomex já tem lista de 900 inscritos

Da Redação
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Até a tarde de ontem já eram 900 os inscritos para participar do 56.º Encontro de Comércio Exterior (Encomex), que o Ministério do Desenvolvimento realizará amanhã, em Bauru. Como os postos de inscrição continuarão abertos ao público hoje, os organizadores do evento esperam que cerca de 1.000 empresários de Bauru e região participem dos trabalhos do Encomex.

As informações são da assessoria de imprensa da prefeitura, que está organizando o evento através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). O elevado número de inscrições feitas até agora para a 56.ª edição do evento, com a possibilidade de chegar a 1.000 no total, faz com que o Encomex de Bauru já supere os encontros de comércio exterior realizados em várias capitais do País.

Entre elas estão Salvador (BA), que teve 757 inscritos e 502 participantes; Maceió (AL), com 692 inscrições e 459 presentes; Aracaju (SE), com 756 inscritos e 549 participantes; Porto Velho (RO), que teve 480 inscritos e 360 participantes; Manaus (AM), 410 inscrições e 327 participantes, e Curitiba (PR), com 813 inscrições e 567 empresários participantes.

Além destas capitais, o número de inscritos para o Encomex em Bauru já ultrapassa, também, o que foi registrado nas maiores cidades do Estado de São Paulo, como São José do Rio Preto, que teve 677 inscritos e 492 participantes. A média por evento é de 603 inscritos e 444 participantes, com 185 empresas.

Expectativa

O 56.º Encomex está sendo aguardado com grande expectativa por empresários de Bauru e região por sua importância incontestável e pelas colaborações que o evento pode gerar para a economia, regional e nacionalmente. Sua finalidade principal é divulgar junto à iniciativa privada as ações desenvolvidas para o incremento do comércio exterior brasileiro e estimular a prática desta atividade.

Além disso, o encontro visa promover a aproximação do governo com a iniciativa privada, objetivando maior agilidade na busca de soluções para o mercado e informar sobre procedimentos e funcionamento deste setor.

Durante o encontro de amanhã, serão homenageados pelo prefeito Nilson Costa com o decreto de “Hóspedes Oficiais” o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Ivan Ramalho - que virá representar o ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan -, e o secretário de Ciências, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo do Estado de São Paulo, João Carlos de Souza Meirelles.

O 56.º Encomex está sendo organizado pelo coordenador-geral da secretaria do Ministério do Desenvolvimento, Sérgio Nunes de Souza, com parceria e apoio da Prefeitura Municipal de Bauru - Secretaria de Desenvolvimento Econômico -, Sebrae, Associação Comercial e Industrial de Bauru (Acib), Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), Estação Aduaneira do Interior (Eadi/Bauru), Correios, Banco do Brasil, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Inmetro.

As inscrições ainda podem ser feitas hoje pelos telefones (14) 3108-1002, 3281-3027 e 223-8455, pelo fax (14) 3108-1005, nas agências dos Correios ou, ainda, pelo site www.encomexbauru.com.br.

Semijóias

A empresa bauruense Bruna Semijóias é uma das que estarão participando do 56.º Encomex com um estande para mostrar seus produtos da linha exportação. Segundo o gerente administrativo e financeiro, Almir José Salazar, a empresa entrou para o mercado externo após ter participado do Encomex realizado em Campinas (SP), em 1999. A Bruna existe há 19 anos.

“Naquela época nós já pensávamos em exportar, mas faltava a orientação correta para definirmos os planos de atuação no Exterior e, finalmente, a concretização desta meta. Foi depois de participar do Encomex em 1999 que conseguimos fechar nosso primeiro contrato lá fora. Desde então, não paramos mais de exportar”, conta Salazar.

Por questões estratégicas, a empresa não divulga valores de suas negociações externas. Mas o gerente afirma que, no ano passado, a Bruna superou em 48% o volume exportado em 2001. Para este ano a meta é crescer 50% sobre 2002.

Atualmente, segundo Salazar, 20% de toda a produção da fábrica de semijóias é comercializada ao mercado externo.

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