Tribuna do Leitor

Jornalismo em foco


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Não há nada e ninguém que não tenha o seu dia, pois que tudo é gerado e nasce infalivelmente em determinado ano, mês dia e minuto. Possuem-no, por isso, as pessoas, suas realizações e suas coisas. Não podia nem pode ser diferente o jornalismo, essa atividade profissional que, ocasião distante, surgiu no mundo dos seres para despertar-lhe a consciência e abrir-lhe os horizontes da informação, do conhecimento e da cultura. E exatamente hoje, 7 de abril, é a data aniversária dessa categoria, que nos cabe reverenciar ruidosamente. Não podemos deixar de fazê-lo, estando o JC plenamente integrado no importante serviço. Há 35 anos era fundado o Jornal. Tomava a iniciativa um grupo de bauruenses denodados tendo à frente Alcides Franciscato, Nilson Costa, Antônio Bueno dos Santos e vários outros, que sonhavam dotar a cidade de mais um órgão representativo da imprensa. E aqui está ele, modéstia à parte, como justo orgulho da cidade onde foi gerado, nasceu, cresceu e continua evoluindo, o que se deve ao dinamisno de seus atuais mentores, Érico Braga e Renato Zaiden, e de seus empenhados dirigentes João Jabbour e Giselle Hilário, coadjuvados por jornalistas e colaboradores competentes e dedicados, como Patrícia Zamboni, Roberta Mathias, César Savi, Roberto Rufino, Gilmar Dias, Nélson Gonçalves, Eliane Barbosa, Zarcillo Barbosa, Rita de Cássia Cornélio, Josefa Cunha, Leonardo de Brito, Milton Bil de Oliveira, Flávio Pedroso, Gustavo Cândido, Thaís de Oliveira, Sabrina Magalhães, Marcelo Ferrazolli, Ieda Rodrigues, Luciana La Fortezza, Hermógenes de Oliveira, Michelle Roxo, José Simão, Joelmir Betting e, completando o grupo, Tânia, Rose e outros que a gente pode involuntariamente ter esquecido. Perdoem-nos! É uma equipe fora de série que, a qualquer hora, com a pastinha sob os braços, caneta entre dois dedos, olhares distantes e pensamentos dispersos, deixa a redação e vai de encontro da entrevista, da solenidade programada ou do fato ou acidente acontecido no Centro, na periferia ou na rodovia distante, Leva, ainda, o senso de responsabilidade quanto ao dever de reproduzir fielmente tudo com a linguagem da verdade e da expectativa de seu grande público. E tem mais gente digna do tributo, entre ela os igualmente aplaudidos profissionais da notícia clicada, como Quioshi Goto, João Rosan, Aceituno Jr., Jorge Arruda, Éder Azevedo, Malavolta Jr. e colegas do laboratório fotográfico. Inegavelmente, quantos convivem com esses garotos e garotas têm plenas condições de avaliar totalmente a profunda significação que o influente trabalho deles tem para que o público receba diariamente em suas casas as edições do que é “o melhor jornal do nosso mundo” e, logicamente, a alma do nosso jornalismo ora colhendo flores primaveris. É a nossa opinião. (O autor, N. Serra, é o jornalista responsável do JC e delegado regional da Associação Paulista de Imprensa e da Ordem dos Velhos Jornalistas do Estado)

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