Entrelinhas

Entrelinha


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• Solução

Um funcionário de alto escalão da prefeitura disse ontem que o secretário de Obras de Bauru, Antonio Carlos Duarte, poderia ouvir o especialista em pavimentação urbana da USP, Djalma Rocha, entrevistado pelo JC na reportagem de domingo último, e encontrar uma boa solução para os problemas de asfalto na avenida Rodrigues Alves.

• Universidade

Ao invés de optar por gastos adicionais para o diagnóstico do problema, o secretário também poderia aproveitar para ouvir a Unesp - câmpus de Bauru, o Sindicato dos Engenheiros, o Instituto Paulista de Tecnologia (IPT) e outros órgãos igualmente sérios. Por outro lado, seria também interessante acessar o currículo dos engenheiros que a administração dispõe.

• Desprestígio

O prefeito Nilson Costa até poderia intervir na questão, já que ele costuma ressaltar que sua administração prestigia servidores de carreira. Nilson sempre se refere à nomeação de técnicos para secretarias. O chefe do Executivo deveria aproveitar o ensejo para saber por que seu governo recorre tanto a terceiros para obter diagnósticos e projetos.

• Prejuízos

O vereador João Parreira disse ontem na tribuna da Câmara que já conta com informações sobre ações judiciais de concessionárias do transporte coletivo urbano contra a Prefeitura. As empresas cobram na Justiça pelos prejuízos na operação das linhas de ônibus durante o período em que a tarifa foi congelada. Quem vai pagar essa conta?

• Emissário

O deputado federal José Mentor (PT/SP) vai se reunir com sindicalistas de Bauru e cidades da região no sábado de manhã, no auditório da Subdelegacia do Trabalho. Além de conversar sobre as propostas das entidades relacionadas aos assuntos dos trabalhadores, Mentor deverá fazer uma avaliação dos três primeiros meses de governo do presidente Lula.

• Na polícia

O inquérito policial instaurado pela Delegacia Seccional para apurar as denúncias de irregularidades da Câmara Municipal prossegue sem perspectiva de conclusão. A delegada-assistente Cláudia Garms Armani ainda depende de mais algumas diligências para dar o fecho no inquérito. Ainda não há identificação do autores da colocação dos equipamentos que apareceram misteriosamente no prédio do Legislativo.

• O primeiro

José Humberto Santana (sem partido) deverá ser o primeiro vereador, do total de quatro, a ter seu processo de cassação apreciado pelo plenário da Câmara. Pelo menos é o que espera o presidente da Comissão Processante, Paulo Eduardo Martins Neto (PFL). Com a desistência dos depoimentos das duas testemunhas de defesa, o pefelista prevê que até o final deste mês seja agendada a sessão de julgamento.

• No Fórum

O vereador Roberto Bueno (PTB) vai ter de comparecer ao Fórum na sexta-feira para depor na ação que apura sua conduta em diálogo gravado pelo ex-presidente do DAE, João David Felício. A fita foi gravada por Felício pouco antes da sessão de cassação do ex-prefeito Izzo Filho, em 1998, e entregue à Promotoria por José Santana, que algum tempo depois também se viu envolvido em uma gravação.

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