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Guerra contra o crime organizado


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O crime organizado vem afrontando cada vez mais o País. Notícias reiteradas de toques de recolher em bairros inteiros, assassinatos de juízes em São Paulo e no Espírito Santo e o alastrar do narcotráfico dando suas cartas e procurando intimidar as autoridades faz com que uma única palavra ecoe, proferida pelas pessoas de bem deste País: basta!

O governo Lula, por meio do ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, promete enfrentar com todas as armas o crime organizado que amedronta a cidadania deste País e vencer essa sangrenta guerra que toma as ruas, principalmente das médias e grandes cidades.

Impedir que quem apure o crime seja intimidado por ameaças e exemplos lamentáveis de atrocidades é um direito do cidadão e um dever do Estado. É preciso desmontar as engrenagens das organizações criminosas, atuando antes de tudo no combate à miséria e na geração de emprego e renda à população. O crime organizado cresce e se fortalece criando sua indústria, gerando perversos empregos e renda nos rincões mais pobres, como as favelas e presídios, e ocupando o lugar do Estado, provendo então o sustento e os sonhos de consumo da população que até então se vê excluída e desprovida de uma vida digna.

Daí então combater o crime organizado não ser somente uma questão de polícia. Reprimir os veios de criminalidade, prendendo e mantendo presos os chefes das organizações criminosas, impedindo que gerenciem o tráfico de dentro dos presídios é algo que deve ser feito com rapidez e eficiência. Impedir que drogas cruzem as fronteiras do Brasil também é um dever da Polícia Federal. Promover a profilaxia dos rincões pobres deste País é uma tarefa que exige mais tempo, mas que precisa estar demarcada em cada ato governamental. O que se espera é que tudo isso já tenha sido pensado e que esteja sendo providenciado. Que o crime organizado seja vencido neste País! (O autor, Luís Carlos Gondim Teixeira, é deputado estadual, vice-líder do PTB na Assembléia Legislativa do Estado)

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