• Tecnologia
Os avanços da tecnologia já permitem um “show” de criatividade nas opções de utilização de um equipamento que a maioria das pessoas não “presta atenção”: o relógio de ponto que marca o horário de trabalho dos funcionários de uma empresa. Atualmente, os modelos convencionais, com cartões, respondem por apenas 15% do mercado.
• Soluções
Na maior parte dos casos, esses modelos antigos atendem a empresas que ainda não são informatizadas ou a pequenos comércios, como postos de gasolina e supermercados de bairro. A grande demanda é pela informatização do ponto, com soluções personalizadas para cada tipo de atividade. Para se ter uma idéia, uma companhia de São Paulo produz pacotes de soluções para empresas de até 30, 50, 100 ou mais de 100 funcionários, com custos a partir de R$ 1.134,00.
• Pacotes
O pacote vem com o relógio, o software e os crachás de identificação. Na hora de escolher pelo modelo ideal, a instalação e a manutenção do software deve ser uma das preocupações principais da empresa. Isso porque, no caso de um problema com o programa, o sistema deixa de funcionar. A empresa que vender e instalar o produto deve fornecer a manutenção do equipamento, e isso deve ser exigido pelo comprador em caso de problemas.
• Avanço
Para adquirir um sistema de ponto informatizado, o empresário precisa ter um microcomputador para apurar o dia-a-dia do funcionário no mês e alimentar a sua folha de pagamento com os dados. Os modelos mais modernos dificilmente dão problemas. Além disso, trata-se de espelhar o crescimento e a evolução da própria empresa que o utiliza. Afinal, a tecnologia está cada vez mais ao alcance de todos.
• Ranking
O Grupo Pão de Açúcar deve ocupar o primeiro lugar do ranking de 2002 dos supermercados, que será divulgado no próximo dia 25 pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Será o terceiro ano consecutivo que o grupo deve liderar o ranking. Com a aquisição das redes Sé e Comprebem, a vantagem do Pão de Açúcar sobre o grupo francês Carrefour deve ultrapassar R$ 1 bilhão em 2002.
• Receita
No ano passado, a receita bruta da empresa cresceu 18,4%, fechando em R$ 11,7 bilhões. A abertura de 16 lojas novas do Pão de Açúcar e a conclusão da aquisição de 60 lojas da rede Sé são as causas deste aumento significativo. O Carrefour, maior rival do grupo brasileiro, encerrou 2002 com um faturamento superior a R$ 10 bilhões. A receita bruta da rede de origem francesa no ano passado foi de R$ 9,2 bilhões.
• Vantagem
Além de se manter na liderança, no ano passado o Grupo Pão de Açúcar também conseguiu ampliar a vantagem sobre seus concorrentes com a incorporação das redes Sé e Comprebem. Em 2001 o grupo registrou faturamento de R$ 9,9 bilhões. Isso significa uma diferença nominal de R$ 700 milhões em relação ao Carrefour, o segundo colocado no ranking da Abras. Analistas de mercado acreditam que a vantagem do grupo brasileiro sobre o segundo colocado vá superar R$ 1 bilhão em 2002.