Guerra no Iraque 2003

Fuzileiros são obrigados a entregar os ‘suvenires’

Agência Folha
| Tempo de leitura: 2 min

Bagdá - Os fuzileiros navais americanos que entraram em Bagdá nesta semana e invadiram prédios governamentais e palácios para depor o regime de Saddam Hussein serão obrigados a deixar na capital os objetos que recolheram como suvenires da guerra.

A ordem foi dada pelo tenente-coronel americano Michael Belcher, que comanda os marines em Bagdá. “Vocês não conquistaram este país”, disse Belcher aos seus soldados da 1.ª Força Expedicionária dos Fuzileiros Navais.

O oficial ameaçou cassar a patente dos soldados que não devolvessem o material recolhido. Os objetos foram reunidos em uma pilha num dos palácios presidenciais ocupados pelos EUA.

Aos poucos, os fuzileiros foram devolvendo granadas, fuzis e uniformes de soldados iraquianos. Um grupo de marines jogou sobre a pilha retratos de Saddam, revistas, facas e munição. Ao entregar dois rifles Kalashnikov, o capitão Jesse Schutz, 21 anos, comentou: “Não valeria a pena (levar as armas). Nos EUA, posso comprar uma arma no (supermercado) Wal-Mart.”

Após a entrada em Bagdá, soldados americanos começaram a trocar entre si armas por cigarros. Um marine ofereceu a outro uma espada iraquiana em troca de um maço - seu colega recusou a proposta, por perceber que dificilmente conseguiria entrar nos EUA com uma espada. Bagdá - Os fuzileiros navais americanos que entraram em Bagdá nesta semana e invadiram prédios governamentais e palácios para depor o regime de Saddam Hussein serão obrigados a deixar na capital os objetos que recolheram como suvenires da guerra.

A ordem foi dada pelo tenente-coronel americano Michael Belcher, que comanda os marines em Bagdá. “Vocês não conquistaram este país”, disse Belcher aos seus soldados da 1.ª Força Expedicionária dos Fuzileiros Navais.

O oficial ameaçou cassar a patente dos soldados que não devolvessem o material recolhido. Os objetos foram reunidos em uma pilha num dos palácios presidenciais ocupados pelos EUA.

Aos poucos, os fuzileiros foram devolvendo granadas, fuzis e uniformes de soldados iraquianos. Um grupo de marines jogou sobre a pilha retratos de Saddam, revistas, facas e munição. Ao entregar dois rifles Kalashnikov, o capitão Jesse Schutz, 21 anos, comentou: “Não valeria a pena (levar as armas). Nos EUA, posso comprar uma arma no (supermercado) Wal-Mart.”

Após a entrada em Bagdá, soldados americanos começaram a trocar entre si armas por cigarros. Um marine ofereceu a outro uma espada iraquiana em troca de um maço - seu colega recusou a proposta, por perceber que dificilmente conseguiria entrar nos EUA com uma espada.

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