Entrelinhas

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Da Redação
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Em novembro Depois de duas semanas de discussões públicas, com posições variadas sobre a forma e o momento para a escolha do candidato a prefeito em 2004, os tucanos finalmente desceram do muro ontem. O diretório municipal decidiu, em consenso, que o candidato será escolhido em novembro deste ano.

Debate interno Mas a definição surgiu depois de um bom debate interno. O presidente da executiva local, Ricardo Carrijo, defendeu que o candidato saísse no meio deste ano. Já o vereador João Parreira queria que a decisão fosse adiada para fevereiro de 2004. Por fim, o consenso demarcou novembro como o mês do prefeitável tucano.

Preferência O partido da social democracia conta com alguns nomes. O próprio vereador João Parreira chegou a ensaiar um certo estímulo em propor seu nome. Garmes voltou a ser citado entre os tucanos. Mas um grupo formado por muitos militantes apóia claramente Caio Coube. Caio já estaria até com um grupo inicial formado de coordenação de campanha.

Arquibancada Outro tema levantado na reunião de ontem foi o anonimato. Alguns tucanos voltaram a reclamar que detentores de cargos no governo do Estado não trabalharam pelos candidatos do partido na última eleição. Outros sequer saíram de casa para pedir voto para Tobias e Alckmin. O comando está de olho nos acomodados.

Sem reeleição O tucano Ricardo Carrijo afirmou e reafirmou ontem, durante reunião do partido, que não vai ser candidato à reeleição para o comando da legenda. Carrijo disse que já estava acertado que esta seria sua última participação na função. O diretório vai escolher o novo presidente em outubro próximo. Carrijo também disse que não vai ser mais candidato a prefeito.

Observando O deputado estadual Pedro Tobias esteve na reunião do diretório e limitou-se a ouvir seus colegas e a fazer intervenções individualizadas. Como principal liderança do partido em Bauru e região, preferiu não entrar em divididas, à espera de uma solução intermediária, o que acabou ocorrendo.

Fantasmagórica A Corregedoria da Prefeitura encontra-se em uma situação de indefinição em relação à sindicância que apura a fraude com pensão fantasma na Secretaria de Administração. A Corregedoria Municipal não está conseguindo ouvir o depoimento dos parentes da pensionista fantasma. Eles existem, mas não foram intimados até agora.

Inquérito policial A questão é que os parentes não pertencem à administração municipal e, por isso, não são obrigados a comparecer à sindicância. A Corregedoria poderia muito bem abreviar a questão e enviar o processo para a Polícia Civil. Lá nem os parentes poderão se negar a depor. Esta seria uma forma rápida de esclarecer o golpe.

Saúde mental A vereadora Majô Jandreice (PC do B) é autora do projeto de lei que dispõe sobre a política de saúde mental no Município. Com a iniciativa, Majô pretende normatizar as ações e programas existentes na área de saúde mental. A lei integra programas preventivos e de pesquisa no setor. Deu entrada nos trâmites da Casa na última segunda-feira.

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