Tribuna do Leitor

O linchamento


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Minha amizade com Paquito vem desde 1988 e posso afirmar que em matéria de honestidade não conheço nenhum outro. O que foi feito na sessão extraordinária de sua cassação foi um verdadeiro linchamento descarado. Infelizmente as pessoas de boas intenções sempre acabam perdendo, pois o que vimos neste caso é uma pessoa na sua inocência, no intuito de ajudar o próximo, acabou se dando mal devido ao envenenamento do meio em que vive, sem ao menos perceber que se estavam esperando uma “brecha”para ser lançado como “bode espiatório, pois ele era a “laranja podre”da fruteira, uma vez que se ficasse no meio de tantos, sua honestidade iria brilhar tanto que o mal ia ficar em evidencia ofuscando seu brilho. A coisa foi tão elaborada que desviou-se toda a atenção do motivo real do problema inicial para se passarem por honestos mostrando que têm capacidade para tomar decisões drásticas, não importando com a moralidade da situação, haja vista a consciência da injustiça que estavam cometendo.

Paquito: um ser humano honesto, com objetivos de beneficiar a população bauruense com seus projetos, não medindo esforços para resolver o que aparecesse em suas mãos, que lutou tantas vezes para chegar no legislativo e fazer o que sempre se propôs: ajudar o próximo.

Só não vê quem não quer enxergar que ele foi colocado na situação de réu, e nesse caso, nada mais justo seria que seus próprios eleitores fizessem seu julgamento e, tenho certeza, iriam querer aproveitar a oportunidade de novamente deixa-lo no poder, pois estes o conhecem tanto quanto eu, e seria a oportunidade de limpar aquela “casa”com sua presença. (João Batista da Silva Júnior - Miranda - RG 8.722.171-8)

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