Tribuna do Leitor

Dia do Ferroviário - 30 de abril


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A primeira estrada de ferro do Brasil foi a Estrada de Ferro Petrópolis, inaugurada em 30 de abril de 1854. Era conhecida também como Estrada de Ferro Mauá, já que foi construída graças ao patrocínio do Barão de Mauá na empreitada: ligar a Praia da Estrela, na Baía da Guanabara, à raiz da Serra de Petrópolis.

Já a locomotiva, trazida da Inglaterra, era homenagem à esposa do Barão de Mauá. Chamava-se “Baroneza”, com ‘z’ mesmo, por causa da grafia antiga. É nesta data que homenageamos o ferroviário.

O ferroviário que contribuiu e ainda contribui para o funcionamento do complexo sistema de transportes que é a rede de trens. O mais famoso cargo, e o que mais rapidamente nos vem à cabeça, é o de maquinista - o “motorista”, que comanda o trem. Mas ainda há muitas pessoas importantes envolvidas, e todas elas merecem nossa comemoração nos dias de hoje. Para começar, é preciso lembrar que o ferroviário pode atuar em vários tipos de trens: urbanos, turísticos, de carga. Como sistema de transporte de pessoas ou carga, os trens representam uma opção mais barata, porém insuficientemente explorada no nosso país. Seu custo é bem menor do que o rodoviário, pois os trens são movidos a diesel ou a eletricidade e atualmente estuda-se em países da Europa e Japão outros meios de tração conforme o impacto ambiental de seu país e de suas necessidades.

Cabe aqui registrar a todos os ferroviários, independente de Companhia Férrea, o trabalho desses profissionais, dos aprendizes da conservação das locomotivas, dos trabalhadores das socas (manutenção dos trilhos e dormentes - via permanente) aos mais altos cargos de superintendência ocupados em sua maioria por engenheiros. Nesse momento a condição humana foi e sempre será a premissa básica de todo esse trabalho, que resultou no desenvolvimento econômico da cidade de Bauru. (Roberto Milanda Chinalha - RG 15.667.104-9)

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