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Chegou o segundo Honda nacional

Marcelo Ferrazoli
| Tempo de leitura: 3 min

Ele chega para tentar repetir o mesmo sucesso obtido no Japão, onde no ano passado foi o automóvel mais vendido. Trata-se do Honda Fit, monovolume compacto já comercializado em 60 países que aqui tornou-se o segundo veículo a ser produzido pela montadora no Brasil. O modelo dividirá a linha de produção da unidade de Sumaré (SP) com o Civic, o primeiro carro nacional da marca.

O design externo do Honda Fit conta com ampla área envidraçada, composta de oito janelas. A carroceria possui uma linha de “cintura alta”, que dá um aspecto de segurança, robustez e maior aderência ao solo.

O capô é bem definido pelo vinco central, que se estende desde a grade. Na traseira, o estreitamento da cabine e os ressaltos dos pára-lamas e do pára-choque proporcionam equilíbrio. A lanterna traseira tem formato triangular.

No interior, a distância entre o assoalho e o teto, de 1.280 milímetros, e entre os bancos dianteiro e traseiro, de 935 milímetros, pode ser comparada à das minivans.

O painel de instrumentos conta com anéis prateados ao redor dos três grandes relógios, respectivamente, conta-giros, velocímetro e indicador de nível de combustível. Acionando-se um botão no próprio mostrador, aparecem no velocímetro os marcadores total e parcial de quilômetros rodados e ainda o consumo médio do percurso indicado.

Os diversos porta-objetos também caracterizam o habitáculo do Fit. A começar pelo porta-luvas, com duas repartições e dotado de grande profundidade. Bandejas embaixo do painel e sob a coluna de direção acomodam pequenos objetos.

O console central foi projetado com porta-copos para os passageiros da frente e de trás. As portas dianteiras dispõem de porta-objetos, assim como a parte traseira do banco dianteiro do passageiro tem porta-revistas, sem contar o espaço livre sob os bancos traseiros.

O Honda Fit possui um conjunto de bancos flexível, proporcionando uma ampla gama de possibilidades: mais de dez combinações de bancos, sem a necessidade de remoção. A capacidade de carga, com os bancos na posição normal, é de 353 litros com a tampa do porta-malas e de 380 litros sem a tampa. Rebatendo o banco traseiro, é possível acondicionar 1.321 litros.

Especialmente desenvolvido para o Honda Fit, o motor SOHC i-DSI (Intelligent Dual Sequential Ignition - Ignição dupla sequencial - inteligente) é um 1.4 litro 8V com potência de 80 cv (cavalos).

A transmissão manual de 5 velocidades, disponível para as duas versões do Honda Fit, foi projetada visando a condução esportiva, com engates curtos. Os maiores desafios ficaram para o desenvolvimento de uma transmissão automática que proporcionasse a sensação de linearidade, para acompanhar a sensibilidade do motorista e, ao mesmo tempo, economizar combustível.

Assim, foi desenvolvida a transmissão automática com relações variáveis, que realiza constantemente a seleção da melhor relação de marchas: a transmissão automática Honda CVT (Continuously Variable Transmission).

Nela, o sistema monitora diversos parâmetros do automóvel, visando a relação de transmissão mais adequada, conforme a necessidade do condutor, aproveitando ao máximo a potência e a força do motor.

Versões e preços

Disponível em duas versões - LX e LXL -, o Honda Fit vem equipado com ar-condicionado, airbag para o motorista, preparação para som e para alarme, vidros, travas e espelhos elétricos na versão LX, e ainda, na versão LXL, rodas de liga leve, airbag também para o passageiro e freios com sistema ABS (antitravamento) e EBD (distribuição da carga de frenagem).

O modelo será comercializado nas cores: Branco Taffeta e Vermelho Milano (sólidas), Dourado Poente, Grafite Alumi, Prata Satin, Verde Galápagos (metálicas), Preto Granada e Vermelho Radiante (perolizadas).

O preço público sugerido, já com pintura metálica ou perolizada incluída, é de R$ 33.960,00 para a versão LX MT, R$ 37.500,00 para a LX CVT, R$ 36.600,00 para a LXL MT e R$ 39.980,00 para a LXL CVT (não inclusos frete e seguro).

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