Tribuna do Leitor

Solidariedade


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Após inúmeras “marchas e contra- marchas”, com os diversificados segmentos da nossa sociedade e sem limites dos seus vários participantes no transcorrer dos anos, através de exaustivas discussões e muitas vezes acaloradas, no propósito de implantarmos uma lei municipal em sintonia com a essência da vida ambiental como um todo, ou seja, o cultivo, a preservação e a defesa da denominada Mãe Natureza, em harmonia com o progresso material. No caso específico ao que tange (principalmente) aos “espigões de concreto armado rasgando os céus” por um prisma, dando acolhimento às pessoas aquinhoadas, porém as pessoas na esteira da exploração demográfica que tem assolado o nosso País, pior: quando esses irmãozinhos ficam debaixo das pontes, viadutos e num “amontoado” de uma legião de amargurados, pela ausência de perspectivas de uma vida decente, tornando-se expectros de criaturas humanas.

O Conselho Municipal do Meio Ambiente da Capital Regional do Estado de São Paulo (Bauru), cujo “Comdema”, através da Lei nº 4.522 de 6 de abril de 2000, que estabeleceu ao citado órgão, poderes de fiscalização, sendo constituído por várias entidades e em números “pares”, que formam os representantes da sociedade como um todo, tendo participação de relevância na mesma, representando a “Assenag” - Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos local. Contudo, para nossa perplexidade, encontra-se em tramitação no Poder Legislativo o Projeto de Lei cuja redação retroagirá no tempo e no espaço contendo em sua essência o retorno a seu citado órgão, simplesmente consultivo - diria, negativo!

Neste contexto, estou integralmente favorável ao engenheiro Luiz Carlos da Silva Mendes, presidente da “Assenag”, que levou a público texto inserido na prestante coluna “A Tribuna do leitor”, do prestigioso órgão de nossa Imprensa “Jornal da Cidade”, de 27 de abril p.p. Com os meus encômios, coloco-me ao inteiro dispor. (Arthur Monteiro de Carvalho Netto - jornalista Reg. n.º 24.444)

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