Tribuna do Leitor

Crise de patrocínio do Bauru Basquete


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Fecham-se as cortinas. O barbante balança silencioso. Seria esta a última vez? Bola ao alto. Tudo começou em mil novecentos e noventa e seis. Depois de driblar os primeiros adversários, a ponte aérea. Cesta. O patrocínio de uma empresa de peso alavanca o time. Começa o segundo quarto. Chegam novas estrelas. Mais pontos para o basquete bauruense. A enterrada explode a Panela de Pressão e conquista o Brasil em 2002. Mas a bola chega ao chão. Quica na quadra e ninguém pega. A perda do patrocínio é a maior derrota. A duras penas o time volta para o terceiro quarto. Sem o brilho de antes, conta apenas com a garra. Mas só isso não é suficiente. O último período está começando. O cronômetro não perdoa. Corações aflitos acompanham a última jogada. Seria mesmo a derradeira? (Bruna Uehara, Fernando Gregio, Maira Daloia e Patrícia Oliveira - estudantes - de Jornalismo/Unesp)

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