Política

Juventude do PSTU reage e exige Congresso da Umesb

Da Redação
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A situação em que se encontra a atual diretoria da União Municipal dos Estudantes Secundaristas de Bauru (Umesb) surpreendeu a Juventude do PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado), segundo nota distribuída à imprensa ontem.

Segundo Rafael Saiani, coordenador da Juventude do PSTU/Regional Bauru, a surpresa está no fato de o mandato da atual diretoria estar prescrito e pela entidade ser hoje presidida por um estudante universitário e não secundarista.

Para a Juventude do PSTU, o argumento dado pelo atual “presidente” da Umesb, Rafael Gomes, de que o estatuto não proíbe um estudante universitário de assumir o posto máximo na entidade, só reforça a necessidade de um congresso o mais urgente possível. “Se isto existe no atual estatuto precisamos de um novo que coíba este tipo de atitude”, afirmou o coordenador da Juventude do PSTU.

A Juventude do PSTU em Bauru, composta por estudantes de escolas municipais, estaduais e particulares, quase todos com grêmios estudantis atuantes, só ficou sabendo do fato através de matéria publicada pelo Jornal da Cidade do último dia 26. “Isso mostra o total descolamento da Umesb da sua base”, diz o coordenador.

A Juventude do PSTU apóia a iniciativa dos setores que se rebelaram pela democracia na entidade e querem que ela seja dirigida por um estudante realmente secundarista.

“Uma entidade como a Umesb tem um papel fundamental na atual situação que o ensino e a educação pública se encontram no Estado e que se reflete em nossa cidade”, comentou Saiani.

Ele afirma que a Juventude do PSTU exigirá um congresso da Umesb e a reconstrução da entidade para que seja um instrumento de luta contra o “sucateamento do ensino público promovido pelo governador Geraldo Alckmin e pelo secretário de Estado da Educação Gabriel Chalita”.

“A Juventude do PSTU participará do ato do dia 6 de junho, e desde já, chama todos os estudantes a participar e exigir que essa entidade histórica do movimento estudantil de Bauru seja reconstruída”, finaliza Saiani.

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