Cultura

Festival recebe músicos experientes

Da Redação
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Uma seleção de primeira foi convidada e selecionada para se apresentar no 1º Festival de Música de Câmara de Bauru, segundo a Secretaria Municipal de Cultura.

A pianista Rosa Maria Tolon nasceu em Havana e iniciou seus estudos de piano na Escola Nacional de Artes de Cuba, onde cursou o nível elementar e médio profissional de música e piano. Formou-se na Faculdade de Música do Instituto Superior de Artes de Havana, com licenciatura em Música, em 1982.

Em Bauru desde 1998, faz parte do corpo docente da USC e Conservatório Musical Pio XII, ministrando aulas de Piano, Música de Câmara, Pedagogia e Didática Musical e História da Arte Pianística. Em 2001 e 2002, foi convidada como professora para o Curso de Internacional de Música em Vila Seca, Espanha.

Rodinei Lourenço, que toca clarineta, iniciou seus estudos na Igreja Evangélica Assembléia de Deus em Arthur Alvim. Músico da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo desde 1989, teve experiências com vários artistas nacionais e estrangeiros, além da participação em 1997, na 8ª Conferência da Associação Mundial de Bandas Sinfônicas (WASBE) na Áustria, e em 2002, na 1ª Conferência Sul-Americana, em Tatuí .

Atualmente é professor de clarineta da Academia de Artes da UNASP - campus 1 (Centro Universitário Adventista), em São Paulo, onde realiza regularmente recitais com os professores e alunos. E como músico da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, continua a participar de seus concertos na Capital e no Estado de São Paulo.

Hélcio Latorre iniciou seus estudos de flauta transversal sob orientação de João Dias Carrasqueira, em São Paulo. Formou-se pela Faculdade d Música Santa Marcelina, aperfeiçoando-se na França, orientado pelo flautista Francis Gabin.

Dedica-se ao repertório de música de câmara, fazendo parte de diversas formações. Atualmente é professor de flauta transversal no Conservatório Musical do Brooklin Paulista e na Escola Britânica de São Paulo. É membro da banda Sinfônica do Estado de São Paulo desde 1990.

O Duo Malazarte foi formado em 2002 em Bauru, pelos músicos José Marcelo Martins (violão e bandolim) e Fábio L. Vargas (violão), com a proposta de executar obras de compositores brasileiros dentro de vários estilos e gêneros. José Marcelo Martins é professor da Universidade do Sagrado Coração e guitarrista da Big Band da Orquestra Veritas.

Fábio L. Vargas é bacharel em violão pela USC. Foi segundo colocado no Concurso Latino Americano “Rosa Mística”, em Curitiba, em 2001 e é guitarrista do Siddharta Jazz Trio.

Dusneiky Martinez Marin é de Havana, Cuba. É formado na especialidade trompa, graduado pela Escola Nacional de Música, além de ser docente de Trompa e Música de Câmara. É Licenciado em Música pelo Instituto Superior de Artes, em Cuba.

Foi integrante do Quinteto do Instituto Superior de Artes (ISA), participou da banda Nacional de Concerto, Banda do Estado Maior da F.A.R. de Cuba e Orquestra Nacional de Cuba. Professor de Música de Câmara da Escola Nacional de Artes, de Teoria Musical na Escola de Instrutores de Artes. Tem experiência como cantor de Coros e no desenvolvimento do Canto Coral para crianças.

O violoncelista Eduardo Bello é pós-graduado em Gestão Educacional pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas. Lecionou na Escola de Música Ernest Mahle, em Piracicaba e na Escola de Música de Itapetininga.

Fundador do Trio Velásquez, conquistou o 1.º lugar no 2.º Concurso Nacional de Música de Câmara “Henrique Nirenberg”, da Academia Nacional de Música do Rio de Janeiro em 2001.

Em 1998, obteve o 1.º lugar nos concursos para a Orquestra Sinfônica de Campinas e Orquestra Sinfônica da USP. É violoncelista da Orquestra Sinfônica da USP, Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo, Trio Velásquez, além de professor no Conservatório de Tatuí.

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O que é música de câmara

No século 17 denominava-se música de câmara aquela de caráter profano, geralmente instrumental, mas também vocal, executada com poucos músicos nos cômodos de residências particulares, em contraposição à música executada nas igrejas ou nos teatros.

Devido à limitação de espaço dos salões e o reduzido número de ouvintes, a sonoridade da música devia ser discreta e sóbria para ser agradável, sendo interpretada por conjuntos de dois a 15 músicos. Hoje a música de câmara é apresentada também em teatros e, por seu reduzido número de intérpretes, se presta a difundir com facilidade a música dos períodos Barroco, Clássico, Romântico e Contemporâneo.

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