Política

Zito e Clemente trocam ofensas e ameaçam briga

Gilmar Dias
| Tempo de leitura: 1 min

Os vereadores José Clemente Rezende (PSB) - da bancada de oposição - e José Zito (PPS) - do grupo situacionista - foram protagonistas do clima tenso que dominou o plenário da Câmara Municipal durante a sessão legislativa de ontem. Os dois trocaram farpas e só não houve agressão física porque a turma do “deixa disso” entrou em ação.

Tudo começou no discurso de Clemente na tribuna livre. Ele criticou a atitude do chefe de Gabinete da Prefeitura, Antonio Sérgio Marsola, de se dirigir até a Câmara ao final da manhã da última sexta-feira para apanhar Zito.

“Ele (Marsola) pegou o vereador para levá-lo até uma churrascaria, onde já se encontravam Braz Melero, Rubens de Souza e outros membros da administração”, informou.

A citação irritou a Zito, que tentou, sem sucesso, intervir no microfone de apartes ainda durante o discurso de Clemente. “Não vou dar aparte”, gritou o vereador do PSB.

Mas Zito teve espaço para se defender na fala do vereador José Eduardo Ávila (PP), que usou a tribuna na seqüência. “Eu vim à Câmara na noite de sexta-feira para a entrega de um Título de Cidadão Bauruense”, defendeu-se.

Mas Clemente insistiu na denúncia e mostrou uma foto na qual estaria registrada a reunião dos nilsistas.

“O senhor exerceu cargo de diretor na atual administração.” Zito, que cumpre sua terceira sessão como vereador, foi ofensivo na resposta. “O senhor é um moleque.”

Clemente não gostou da expressão, retirou o paletó e partiu em direção a Zito, mas foi segurado pelos colegas. A sessão foi suspensa. Minutos depois, o vereador do PPS pediu para retirar a expressão moleque.

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