Moradores do Higienópolis reclamam que o abastecimento de água no bairro está precário há mais de um mês. Claudete Ramos Gonçalves Castelo, diretora de uma escola de educação infantil na rua Xingu, conta que a pressão da água na torneira reduz muito à tarde, o que impede o reabastecimento do reservatório.
Ela relata que já precisou buscar água em galões para as necessidades básicas da escola. “Temos quatro reservatórios, mas muitos dias a água acaba à tarde”, diz. Antônio Maldonado, que mora na quadra 2 da rua Belém, até comprou uma bomba para encher os reservatórios de sua casa.
“A água da rua é muito fraca e, como moro em um sobrado, não sobe na caixa. Então, eu encho uma caixa no térreo e depois, com a bomba, encho as outras duas do sobrado”, explica. A assessoria de imprensa do Departamento de Água (DAE) informa que a queda de pressão da água da rua pode ser conseqüência de vazamento subterrâneo.