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Retoques


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• Acerte na combinação do esmalte

Acima de qualquer modismo, o esmalte precisa combinar com sua personalidade. Não adianta comprar um esmalte azul se suas roupas, seu cabelo (e principalmente você) não são tão despojados. Seja fiel ao seu estilo ou ao estado de espírito do momento.

A cor natural da sua unha também pode influenciar no resultado final da esmaltação, especialmente no caso dos transparentes, por isso deve ficar atenta na hora de comprar uma cor que achou linda no vidro.

As mulheres de pele branca podem abusar dos esmaltes marrons, vinho e vermelho aberto. Já as mais morenas e negras devem optar pelos tons pastel como bege, cobre, bronze e dourado, além do branco.

Os tons de marrom, pêssego, areia, branco e vermelho fechado caem como uma luva nas peles amareladas.

A ocasião também pede um esmalte adequado. Uma roupa preta de noite fica linda com esmalte dourado. Mas para a praia ou o campo os clarinhos e transparentes devem estar na frasqueira pela facilidade de aplicar e pela discrição.

Só não vale manter esmalte descascado. Não há nada mais feio e deselegante do que garras maltratadas.

• Quando tudo começou

O costume de pintar as unhas nasceu na China, no século III a.C. As cores do esmalte indicavam a classe social do indivíduo. Os primeiros esmaltes eram feitos de goma arábica, clara de ovo, gelatina e cera de abelha. Os reis pintavam as unhas com as cores preta e vermelha, que depois foram substituídas pelo dourado e pelo prateado.

Essa tradição se repetiu no Egito Antigo e hoje é uma febre no mundo inteiro.

Entretanto, as mulheres do Afeganistão não podem ter cabelos curtos, usar jóias, maquiagem ou esmalte. Se aparecerem com as unhas pintadas, correm o risco de ter seus dedos cortados.

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