Pesca & Lazer

Grupo surpreende e descobre o rio com os piloteiros

Roberta Mathias
| Tempo de leitura: 1 min

Surpresos com aqueles arremessos diferentes do fly, os piloteiros tiveram que aprender como funciona a modalidade e, com a orientação dos pescadores, encontrar os melhores locais de pesca.

De acordo com o pescador de fly Kensuke Matsumoto, 36 anos, funcionário público federal no Rio de Janeiro, os dois primeiros dias foram de reconhecimento da região. “Os piloteiros não tinham experiência com a modalidade, com o motor elétrico, então fomos buscar os peixes juntos”, explica. A opinão de Matsumoto é compartilhada pelo consultor de informática, o carioca Marcio Big Mattos, pescador de fly e de iscas artificiais.

Mas o grupo era muito bem preparado. Com uma variedade de iscas de fly e artificiais, ninguém voltou “sapateiro”. Alguns tiveram mais sucesso, outros opções diferentes de pesca. Mas todos pescaram muito.

Big Mattos comenta que conseguiu conquistar seus objetivos. “Eu queria pegar quatro espécies no fly e na isca artificial: tucunaré, matrinxã, bicuda e cachorra, e consegui.” Amigo do comerciante Dirceu Reis Filho, 37 anos, o Xincha, a dupla aproveitou bastante a viagem. Eles fazem parte também de um outro site (www.intrepida.com.br) e são intrépidos. Como o nome já diz, além de intrépidos, são muito bem-humorados e bons pescadores.

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