Saúde

Escolha de esportistas se baseia em conceito próprio

Rose Araujo
| Tempo de leitura: 2 min

Olavo Augusto Gomyde Lemos, 21 anos, é um consumidor freqüente de suplementos alimentares. Há um ano, ele decidiu ganhar massa muscular e apostou na ingestão desse tipo de produto para estimular o seu “crescimento”.

“Eu era obeso, perdi 35 quilos e estava me sentindo fraco, leve, queria ganhar corpo”, destaca.

Aos 19 anos, ele pesava 112 quilos e estava com problema de hipertensão arterial. Foi aconselhado pelo médico a fazer regime e exercícios físicos para diminuir o peso e acabar com a doença.

Hoje, Olavo faz 1 hora de musculação e 30 minutos de atividades aeróbicas por dia, de segunda a sábado. A alimentação também foi controlada e, para ajudar a esculpir os músculos, ele decidiu tomar os suplementos. “Eu não cheguei a consultar um médico. Procurei por conta própria”, conta.

Só depois de alguns meses foi que ele passou a consultar a nutricionista Sheiza Bianchi Souza, que determinou o melhor produto para o seu físico - um composto de carboidrato e proteínas.

“Quem quer ganhar músculo, tem de ingerir mais carboidrato que proteínas, e não o contrário, como pensa muita gente”, salienta a nutricionista.

Olavo diz que nunca teve nenhum tipo de efeito colateral e que está alcançando o seu objetivo.

O mesmo acontece com o comerciante Marco Labão, 47 anos. Ele pratica mountain bike todos os dias (de 30 a 80 quilômetros), é adepto de uma alimentação saudável e consome aminoácidos e complexos vitamínicos para repor a sua energia. “Faz sete anos que tomo esse tipo de produto e estou me sentindo muito bem”, afirma.

Ele se gaba da sua condição física e diz que raramente contrai gripes e resfriados. Ao contrário de Olavo, Marco diz que consultou um médico para saber se o uso dos complexos vitamínicos teria contra-indicação. “Ele me deu carta branca”, destaca.

Para o comerciante, o consumo de suplementos é essencial para recompor as suas energias após a prática de esportes.

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