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Farmácia inaugurada no início do século passado faz parte da coleção

Ronaldo Schiavone
| Tempo de leitura: 1 min

Não é só de documentos históricos e arquivos de jornal que vive o Núcleo de Documentação e Pesquisa Histórica da USC. No local, pode ser encontrado um museu com peças antigas, entre elas uma farmácia de 1908, que pertenceu a Astor de Mattos Carvalho. “Nós ainda não conseguimos provar, mas dizem que ele descobriu uma fórmula para impedir a queda de cabelos”, diz Terezinha.

Ela conta que o estabelecimento, que estava instalado em Cabrália Paulista, funcionou até 1996. “Depois disso, a família fez a doação com a condição de que nós o preservássemos. Fizemos a restauração do material”, conta.

A assessora diz que a atração da farmácia, durante as visitas, é a máquina registradora. “As crianças ficam encantadas. Ela emite até recibos para quem comprava fiado”, declara.

Outra parte do museu que chama a atenção é um escritório de uma estação ferroviária, reproduzido da mesma maneira em que funcionava nas primeiras décadas do século passado. No local, existe um emissor de bilhetes e um aparelho de telégrafo, entre outros itens.

É possível encontrar, ainda, equipamentos eletrônicos antigos, máquinas de escrever e de costurar, um gramofone, troféus esportivos conquistados pela Polícia Militar, um confessionário em madeira e até um telefone utilizado pelos soldados durante a 2ª Guerra Mundial. Uma das salas mostra como era o escritório da irmã Arminda Sbríssia, que foi diretora da USC.

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