Para quem não conhece, não se preocupa com o assunto ou não viu por falta de oportunidade de conhecer a mais recente informação, “O Economista”, publicação do Conselho Regional de Economia 2.ª Região-Corecon - SP - n.º 167, de junho de 2003, inerente da Ordem dos Economistas de São Paulo, o qual se pode e deve buscar tais conhecimentos vitais, objetivando a necessária busca, no encalço do desenvolvimento econômico do País.
Para quem ama realizar verificações e medidas de comparações numéricas, tal como, por exemplo, valores de grandezas econômica, vale a pena proceder medições e analisar diferenças de certezas buscadas. Seja em valores numéricos idênticos e ou atípicos quanto grandezas numéricas, vale a pena debruçar-se nas aferições dos valores, comparados ou não, quanto aos números representativos.
Em “O Economista”, jornal de 11 páginas (32cm x 26cm), teve o total desse espaço utilizado na primeira face (tal como se tratasse de uma espécie de “folder”, economicamente simplificado) e totalmente utilizado, teve sua abertura total (unicamente absolta), na primeira face do jornal. Assim, sob excelente aproveitamento da abertura na face do jornal , esta recebeu um trato muito especial. Às várias cores combinadas entre branco, azul, vermelho e amarelo; complementando com palmeiras em cor preta e aos ventos, na descrição poética de “Pindorama, a Terra das Palmeiras” na linguagem dos Tupis, uma “Pindurama”, Terra das Dívidas, que deixa dúvidas no lugar da esperança.
Com o início na utilização da capa, abrindo em branco “Devo, não nego...”, foram elencados algumas das mais importantes variedades de dívidas do Brasil. Começando pela mais pesada dívida do País: 1) A dívida externa “é de US$ 211,05 bilhões”, enquanto que a dívida de “cada família é de US$ 4,373,02 ou R$ 12.578,85”, de onde se pode concluir que “a dívida de cada cidadão é de US$ 1,194.50 ou R$ 3,464,05”. 2) “A dívida interna brasileira é de R$ 644 bilhões”. 3) “As dívidas de empresas com o INSS é de R$ 130 bilhões. 4) “O custo da violência do Brasil é de R$ 130 bilhões”. 5) O número “de cheques sem fundo em maio foi de 3.270.000 e os “dos títulos protestados em maio, 1.700.000”. (O autor, José Almodova, é professor/mestre em Projeto, Arte e Sociedade pela Unesp. É jornalista e colaborador do JC)