“Antes de começar a minha história, devo dizer que sou fã do programa “Terra da Gente” e também do Caderno de Turismo do Jornal da Cidade, que em sua última página traz histórias e troféus de pescadores.
Assisto esse programa juntamente com minha esposa Ana Maria (que não é muito chegada à pescaria) e com o meu neto de 5 anos, Thiago (xodó do vovô), que se entusiasma em ver as pescarias de grandes peixes que são soltos após fisgados e também com os rios, correntezas e cachoeiras.
Em razão do Thiago gostar muito de pescarias, às vezes eu o levo comigo para dar banho nas minhocas em rios e lagos (pesqueiros) da região, como por exemplo, em um rancho de um amigo, num domingo de 2002, no rio Tietê, na vizinha cidade de Arealva.
Lá estávamos eu, o amigo Everaldo (dono do rancho), os amigos Pincelli, Rezende e Simões, todos acompanhados de suas esposas e filhos para uma “churrascada” e alguns goles de cerveja muito bem gelada.
Já o meu filho Marcelo e o meu neto Thiago ficaram o tempo todo no pesqueiro tentando fisgar algum peixe, mas a água estava muito gelada e nada pegaram.
Só que o meu neto, ao ser indagado pelos meus amigos quantos peixes ele havia pescado, disse prontamente ter pego 13 peixes. Todos médios, informando que alguns devolveu ao rio e outros deu a um pescador, que de bote por ali passava. Todos riram da história e perceberam que o meu neto é um “grande pescador” só pela história que contou.”
Ubaldo Benjamin é pescador nos dias úteis da semana, pois nos finais de semana os rios ficam muito cheios de pessoas desocupadas.