Quem não se lembra das meias coloridas, das calças bocas de sino e dos hits que marcaram as pistas nos anos 70, 80 e 90? Se você anda meio esquecido pode ver as meias coloridas pelas ruas, as calças têm muita gente que guarda aquela preferida de lembrança, mas todos aqueles sons inesquecíveis capazes de tirar qualquer um da monotonia estarão hoje nas três pistas do Bangalô, a partir das 23h, na festa “Máquina do Tempo – Perdidos no Tempo e no Espaço”, promovida pela Associação dos Profissionais de Propaganda de Bauru e Região (APP).
O próprio brainstorm para a concepção da festa, que reuniu apenas três membros da APP já foi uma verdadeira festa. Quando a idéia foi apresentada aos colegas na tradicional reunião de terça-feira, os criativos “compraram” o briefing na hora.
Os proprietários do Bangalô João Cabreira e Eduardo Mauad, que sempre apóiam os estudantes, resolveram abarcar mais uma causa profissional e até abriram a casa numa sexta-feira, para agradar o público-alvo.
“A gente sem a propaganda não é ninguém, não dava para ficar de fora”, revela Cabreira, que também já tornou seus espaços a casa dos delegados e de diversas associações, que sempre estão fazendo festa.
Para tornar a festa inesquecível, a comissão de eventos da APP buscou três DJs, que vão rolar som dos anos 70, 80, e 90, alternando nos três ambientes, entre um som e outro, alguns jingles e vinhetas que marcaram época também trarão recordações, no telão estarão programados clips e propagandas que fizeram história e ganharam prêmios.
Por falar em premiação, uma equipe de promoters caraterizadas fará companhia ao Galo, o mascote da associação, na animação da festa e no sorteio de brindes no turbilhão (aquela máquina com papéis ao vento). E como não poderia deixar de ser, os publicitários capricharam no layout.
No início da tarde de ontem, uma série de profissionais trabalhava na transformação da casa numa máquina do tempo, que terá numa tela de televisão criada pelo publicitário Milton Puga o portal do túnel feito em lycra pelo decorador Valmir José Filho, que traz pela primeira vez a inovação para o interior.
A lycra vem sendo o material mais disputado nas grandes feiras e eventos para criar ambientes inusitados. No Bangalô, Filho vai fazer um túnel com o tecido. “Idealizei algo bem impactante para fazer com que os convidados sintam a diferença no espaço. Para delimitar o tempo, ao invés do branco futurista vou usar o vermelho metálico, numa lycra com textura aveludada, que ganhará efeitos muito especiais”, comenta o transformador de ambientes.
A iluminação também será um show à parte, o ilusionista Átila resgatou os globos das discoteques e trouxe as luzes gobbos que criarão um efeito inédito na pista.
O sucesso da festa entre o público começou com a campanha de divulgação, criada pelo publicitário Edmilson Cabelo, que revive um pouquinho de cada década. O convite em formato de LP com tamanho de compacto por si só “convidou” muita gente.
Para quem tem dúvida no modelito, pode escolher o que quiser do brechó às passarelas, a animação é o traje obrigatório. Afinal, turma da APP adverte: entre e fique à vontade ou se preferir, abra suas asas e solte suas feras.
• Serviço
Festa “Máquina do Tempo – Perdidos no Tempo e no Espaço”, hoje, a partir das 23h, no Bangalô. Apoio: Jornal da Cidade e 96 FM. Informações: (14) 226-1929 ou (14) 227-5312.