• Jair Falacalsio, auxiliar de produção: Não tenho separado, não, porque às vezes não tenho tempo.
• Michele dos Santos, dona de casa: Não, jogo fora. Jogo tudo junto. Não tem ninguém que passe na minha vila para pegar. Vou deixar acumulando?
• Marluce Gama, comerciante: Sim, separo porque meu filho aprende na escola que se você deixa o lixo misturado, a reciclagem é mais complicada.
• Izabel Kang, universitária: Não, pela correria. Eu quase não fico em casa, e a minha empregada não separa.
• Simone Miranda, estudante: Não, porque não tem coleta seletiva que passa no meu bairro.
• Luciano Bueno, auxiliar de depósito: Sim, acho importante porque aquilo vai ser usado futuramente. Minha mãe separa e um pessoal passa para pegar.
• Fabiana Miguel, vendedora: Não, porque nunca parei para pensar no assunto. Mas acho importante. Eu acho que falta orientação em Bauru.
• Natália dos Santos, estudante: Separo pouca coisa. Separo o plástico e mais o lixo orgânico, que um pouco a gente deixa para usar nas plantas.
• Alexandre Guimarães, cobrador de ônibus: Separo, mas não é muito. Mais plástico e garrafa descartável, que deixo num lixo separado para o pessoal da coleta.
• Oswaldo da Silva, técnico administrativo: Separo sempre, acho importante para ter menos poluição no mundo. Se todas as pessoas fizessem isso, nós teríamos uma melhor qualidade de vida.
• Jonathan Thomás, enfermeiro: Eu cheguei em Bauru há quatro meses, mas em São Paulo eu sempre separava. É muito importante porque esse material é reciclável e dá pra fazer muitas outras coisas.
• Maria Alice Goulard, professora aposentada: Sim, já separamos, mas não tem quem recolha. Tem só a coleta normal, não a do lixo reciclado. Mas acho importante separar.
• Michel Henrique, cantor: Separo as garrafas plásticas, vidro, latinhas de alumínio. A gente separa mais para os catadores de rua. Para o Meio Ambiente (secretaria), é muito importante.
• Neide Rocha, merendeira: Separo, toda terça-feira passa a coleta. Geralmente eu separo em sacos de lixo, mas não separo item por ítem, deixo todo o lixo reciclado num saco só.
• Maria Aparecida Martins, cozinheira:
Às vezes eu separo. Na maioria das vezes, alguém passa e pega. Ou senão, vai tudo junto. Separo garrafa de plástico e vidro.
• Renê Paiva, estudante: Separo o orgânico de alumínio e plástico. Acho que em Bauru faltam mais campanhas. Os caminhões da coleta seletiva são só três, é pouco.
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