Na edição de 1/8, fiquei bastante intrigado com a disputa verbal entre o autor do artigo de mesmo título que este, o sr. Nicanor A. Silva, e o vereador pastor Lelo Rodrigues. Não pretendo interferir na disputa linguística, primeiro porque não tenho todo o conhecimento necessário e segundo porque cresci escutando os mais experientes dizendo: “Sábio é aquele que reconhece o quanto ignora”. Gostaria de me prender na discussão sobre a av. Nossa Senhora de Fátima, onde moro há dois anos. Procurei saber se o respeitoso autor do artigo mora nesta avenida, mas segundo o catálogo telefônico, consta um assinante de mesmo nome em outro endereço. Desta forma, acho que o sr. Nicanor deveria passar algumas horas observando o trânsito nesta avenida, especialmente nos horários noturnos, e verá a alta velocidade que os veículos desenvolvem, apesar dos obstáculos já existentes. Durante a madrugada, chega-se a ter espetáculos com cavalos-de-pau. Após a colocação do radar na av. Getúlio Vargas e das obras no final desta, a avenida em que moro tornou-se um problema, absorvendo parte dos antigos problemas já discutidos sobre a Getúlio Vargas. Outro problema é que a av. Nossa S. de Fátima tornou-se um corredor de ligação à rodovia para enormes carretas, que cortam caminho por dentro da cidade evitando a base da polícia rodoviária, mas estes problemas a polícia pode ajudar a resolver. Com relação à proposta do pastor Lelo, os obstáculos podem ajudar a resolver ambos os problemas, fazendo com que esta avenida não seja somente um belo lugar de passear, mas um local seguro para se morar. Sugiro também ao vereador que nos ajude a conseguir o recapeamento da avenida, pois o setor de obras da prefeitura diz que não há projeto, e se o Sr. Nicanor quer ver a avenida mais bela, pode andar por toda a extensão dela e ver o caos que está a capa asfáltica da quadra nove em diante. Não devemos esquecer que a região é repleta de grandes prédios residenciais e que a arrecadação de IPTU na região é bastante alta para merecer mais atenção. Discutam a língua portuguesa à vontade. (Antonio Cerigatto)
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