• Risco
Em função dos reflexos gerados no mercado pela discussões em torno da votação da reforma da Previdência, nos últimos dias voltou-se a falar muito sobre o chamado risco-País. Ontem, por exemplo, o governo teve a boa notícia sobre a queda de 7% no risco Brasil, fechando em 832 pontos.
• Segurança
Para quem ainda não se acostumou com esse termo, não é difícil entender. O risco soberano reflete a percepção de segurança que os investidores externos têm sobre um país. Ele é medido pelo número de pontos percentuais de juros que um governo tem de pagar a mais que os Estados Unidos para conseguir empréstimos no Exterior.
• Recursos
Quando o risco aumenta, os títulos públicos emitidos pelo governo ficam mais atrativos para os bancos. Em conseqüência, as instituições financeiras destinam mais investimentos para comprá-los, reduzindo os recursos disponíveis para financiar operações de crédito e investimento.
• Juros
A menor oferta de crédito acaba levando a um aumento das taxas de juros, o que acaba freando a economia. Um dos argumentos usados para explicar o alto risco-País do Brasil é que, na década de 80, o país promoveu duas vezes o calote de sua dívida externa, o que ainda geraria insegurança no mercado.