Duartina - Há 20 anos, na cidade de Duartina (36 quilômetros a Sudoeste de Bauru) a política era coisa de pai para filho. Só as famílias tradicionais conseguiam se candidatar e ocupar cargos públicos. Os candidatos “sem nome” nunca conseguiam uma vaga.
O morador Tomaso F. Fronteira, 68 anos, um agricultor aposentado, lembra que a tradição no nome é que determinava se o candidato era ou não eleito. “Os demais eram considerados aventureiros.”
Na opinião dele, um fato bastante marcante na cidade foi uma carreata programada após o comício de um candidato “sem nome” “Eu não me lembro quando foi, mas a cidade aguardava a carreata. Tinha um deputado presente no comício, mas a polícia proibiu e nenhum carro saiu da praça principal.”