• Débito
Tudo indica que os cartões de débito realmente estão conquistando um número cada vez maior de consumidores. Em julho, pleno mês de férias escolares, a Redecard contabilizou um aumento de 67,3% no faturamento dos cartões de débito MasterCard, MasterCard Maestro e RedeShop em comparação ao mesmo período do ano passado. A soma chega a um montante de R$ 860 milhões contra R$ 514 milhões de 2002.
• Dinheiro
Segundo dados da própria Redecard, a migração na forma de pagamento, de cheque para dinheiro, tem sido o maior motivo para a manutenção da estabilidade de crescimento acima de 60% com os cartões de débito nos últimos meses. A Redecard opera com 740 mil estabelecimentos credenciados em todo País. No ano passado, a empresa registrou um faturamento de R$ 34,5 bilhões.
• Agro
A agroindústria brasileira continua seguindo na contramão do restante do setor industrial quando o assunto é resultados. O segmento cresceu 1,5% no primeiro semestre, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A indústria em geral enfrenta um difícil período de estagnação produtiva e cresceu apenas 0,1% no primeiro semestre.
• Produtividade
Diante de um demanda interna enfraquecida pelos juros altos, desemprego elevado e renda em queda, a agroindústria foi salva pelas exportações. Mesmo com um mercado externo desaquecido, as vendas externas brasileiras foram favorecidas pelo câmbio do final de 2002, pela supersafra de grãos e pelos aumentos de produtividade, além da recuperação das cotações internacionais e conquistas de novos mercados consumidores, como a China.
• IBGE
Contudo, no primeiro semestre de 2002 o desempenho da agroindústria foi superior ao deste ano, com crescimento de 8,9%. Dentre os setores analisados pelo IBGE, o de produtos industriais utilizados pela agricultura foi o que mais cresceu, com alta de 13,7% no período. Neste setor, a produção de máquinas e equipamentos aumentou 13,7%, e a de adubos e fertilizantes cresceu 4,9%.
• Exportações
Segundo o relatório anual divulgado pela Organização Mundial do Comércio (OMC), que contém dados das principais economias do mundo, o Brasil elevou suas exportações em 4% entre 2001 e 2002 e manteve o 26.º lugar na lista dos países que mais exportam no mundo. O total das vendas externas brasileiras no ano passado chegou a US$ 60,4 bilhões. Segundo a OMC, o Brasil continua sendo o país mais independente do Mercosul.
• Importações
Levando em conta as importações, o Brasil ficou em 27.º lugar, somando a cifra de US$ 49,5 bilhões. A participação no mercado importador é de 0,7%. A vizinha Argentina não consta da lista dos 30 maiores exportadores do mundo e também ficou fora dos maiores importadores, porque reduziu em 55% suas compras no Exterior, especialmente devido à desvalorização da moeda argentina - o peso.
• Dólares
Segunfo a OMC, os Estados Unidos continuam liderando o ranking de exportações e importações. O país tem 10,8% de participação no mercado exportador e 18% no importador. Os quatro primeiros colocados são: Estados Unidos, com a marca de US$ 693,5 bilhões; Alemanha, com US$ 612,2 bilhões; Japão, com US$ 416 bilhões, e a França, com US$ 329,5 bilhões.