Economia & Negócios

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Patrícia Zamboni
| Tempo de leitura: 1 min

• Greve

Está marcada para hoje, às 14h, a assembléia que definirá se os professores e funcionários da Universidade Estadual Paulista (Unesp) - câmpus de Bauru - deflagrarão greve em protesto pela reforma da Previdência. Ontem e hoje o câmpus permanece sem nenhuma atividade. Os câmpus de Assis, Marília e Araraquara já entraram em greve na semana passada. Em Rio Claro e Ilha Solteira, a decisão também será tomada hoje.

• Marcha

Segundo o diretor da Associação dos Docentes da Unesp (Adunesp), Gilberto Magalhães, cerca de 100 pessoas entre professores da Unesp e servidores seguiram ontem para Brasília (DF), onde participaram da marcha em protesto pela reforma da Previdência. “Dependendo dos resultados de Brasília, durante a assembléia de amanhã (hoje) há grandes chances de deflagrarmos greve no câmpus de Bauru”, diz Magalhães.

• Oficial

Em nota oficial da Adunesp consta que a decisão pelo protesto deve-se ao fato de os servidores considerarem que a reforma visa a destruição dos serviços públicos de qualidade, bem como a sua transformação em mercadorias. “Assim, saúde, educação, Previdência, assistência social, entre outros, deixam de ser um direito do cidadão brasileiro ... ”, diz a nota.

• Reforma

Ainda segundo a nota, da forma como foi votada em primeiro turno a reforma não garante a integralidade, a paridade, as regras de transição e a aposentadoria especial dos professores de ensino básico. Atualmente, o câmpus de Bauru da Unesp conta com cerca de 1.300 funcionários, entre professores, servidores técnicos e administrativos.

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