Pedro José Macéa, Pedro, Macéa, Pedrão, Pedro da Jopema e Pedro Macéia. Assim as pessoas se dirigiam a este grande homem, cada um achando o que era mais carinhoso para chamá-lo. A família Apaeana preferia chamá-lo de Pedro Macéa, pois fazia parte de nossa diretoria executiva.
Falar de Pedro Macéa é uma tarefa muito difícil, pois precisaríamos ter o dom de uma poetisa para encontrarmos palavras adequadas para dizer o que foi José Pedro Macéa. Na sua trajetória, escolheu Bauru como se fosse sua cidade natal e já nos sentimos agraciados com esse presente que foi conviver conosco “bauruenses”, participando de todos os segmentos de nossa cidade com interesse ímpar em querer solucionar da melhor maneira possível o que lhe era apresentado.
Homem de uma personalidade íntegra, humilde, igual, possuía um carisma cristão, irradiava alegria ao seu semelhante, esperanças de dias melhores aos que se cercavam dele; nunca deixando-os sem uma solução. Suas virtudes eram imensas, bom pai, bom chefe de família, bom irmão, bom cidadão e amigo verdadeiro. Certeza temos de que nos legou exemplos vivificantes de honradez, de bondade e de solidariedade. A família Apaeana sentiu-se orgulhosa por ter convivido com Pedro Macéa, um companheiro fiel, participativo, procurando sempre dar de melhor para nossos assistidos.
A tristeza invadiu os corações dos Apaeanos com a notícia de seu desenlace, mas ao mesmo tempo estamos felizes, pois as portas do “Reino Eterno” estavam abertas para receber o “Pedro Macéa”, pois levou consigo um currículo, no qual lavrado está:
- Amparou os pobres, levantou o fraco, não aceitava o ódio, aconselhou os maus, perdoou a ignorância e professou a Filantropia sem ostentação. A família, os funcionários, amigos, todos nós devemos agradecer a Deus pela sua presença, ainda que pequena, como se fosse um relâmpago em nossas vidas, mas valeu, e valeu muito... (APAE Bauru)