Junte-se dois fios positivos e veja o resultado: curto-circuito e dano ao sistema. Inicio assim essa missiva para justificar meu posicionamento sobre o tema “homossexualidadeâ€. Semana passada, minha irmã voltou do shopping dizendo que havia visto um dupla de homossexuais, senhores de idade, beijando-se no Shopping. Mas, deixando a hipocrisia de lado, sou obrigado a afirmar que respeito é bom e eu, além de gostar, exijo-o. Ademais, não podemos desmerecer que a definição de “casalâ€, do ponto de vista gramatical e histórico, é a união de um homem e uma mulher, logo, não admito que se compare o relacionamento de dois homossexuais ao relacionamento entre mim e minha mulher. Logo, se não existe casal, jamais existirá casamento.
Feitas essas considerações, vamos ao que interessa: eu respeito os desvios ou deficiências (físicas ou mentais) pessoais de cada um; respeito a falta de personalidade; respeito, até mesmo, o direito de cada um escolher o que é melhor para si, por mais absurdo que isso seja para mim. O que deixo de tolerar é a agressão a mim ou aos meus filhos. Jamais – e os GLS (ou GLBT) recriminem-me o quanto quiserem – aclamarei aos meus filhos que dois senhores, enrolando-se pela língua, são normais. Anatomicamente, não foram feito um para o outro, muito embora psicologicamente se achem assim.
E, considerando que as leis universais, as leis da natureza, jamais permitirão que dois fios positivos sejam unidos, considerando o choque que causa uma expressão corporal tão gritante entre desiguais, considerando que a apelação sexual entre dois “homens†jamais será igual ao que acontece a um casal, sou obrigado a afirmar que “discriminarâ€, também, é tratar os desiguais com igualdade. Não me agridam para que não sejam agredidos. (Ivan Garcia Goffi - OAB/SP 165.173)