Articulistas

O caixão...


| Tempo de leitura: 3 min

Aos nossos respeitáveis leitores acostumados e interessados nesta coluna – ou às leituras deste útil espaço. Os que simplesmente hajam sido atraídos pelos títulos da abertura dos assuntos se verguem aos interesses dos que aqui sejam tratados. Ou ainda os que simplesmente estejam acostumados às leituras, segundo os interesses despertados pelos títulos dos respectivos assuntos, tal como neste, que busco transmitir na coluna. Oportunidades estas que me foram concedidas no JC, há mais de 20 anos, porém, sempre sob total preocupação de viver ou criar qualquer tipo de ofensa pessoal ou política, direta ou indiretamente suposta.

Assim é que, no presente momento, (permito-me manifestar a ativação do próprio ego), em face do mais recente e desagradável acontecimento que aqui acaba de acontecer, por ocasião da recente cassação de mandato do prefeito Nilson Costa. Uma infeliz e mesquinha demonstração público/extremista, certamente oriunda preparada por um grupo, provavelmente de inimigos políticos. Desagradável demonstração de baixaria desnecessária, no encalço de produzir festividades e achaques mesquinhamente até à presença de foro desumano. Manifestação fora de tempo e dos objetivos em busca de mesquinharia, sob o desagradável título: “Fazer o enterro simbólico” do prefeito. Este porém, certamente em boa hora teria se livrado da desagradável maldade, que felizmente abortou. Provavelmente mantendo-se bem histórico desta nossa Bauru, que nos recebeu há 54 anos.

Um presságio que foi cortado na própria raiz, tendo em vista que nas averiguações necessárias levadas a efeito pela “Vigilância Sanitária de Bauru”, encontrou vestígios de sangue no interior do mesmo caixão (sujeito à contaminações), que certamente seria utilizado em atendimentos de outros possíveis e oportunos acidentes.

A aberração do vergonhoso acontecimento, entretanto, não teria ficado apenas e somente nisso. Segundo o JC, na pena do jornalista Ronaldo Schiavone, até a madrugada deste último sábado (20/9), cumpriu profissionalmente seu explícito dever. Não deixou perder a maioria dos acontecimentos (que batismo de aberrações), não perdendo nada quanto à desagradável história do fatídico caixão... Melhor esclarecendo: aqueles que não hajam acompanhado o assunto (até o final), estendendo-se pela noite; ou quem porventura não se houvesse informado suficientemente... Foi assim que (em ipsis literis) “O presidente do Fórum de discussões de Bauru, César Ferreira, afirma que foi ele quem comprou o caixão”. Quanto ao tipo e uso do caixão, completou: “A funerária o utiliza para remoção de cadáveres, quando é convocada pela polícia. Por isso havia sangue. Como ele estava deteriorado, ela nos vendeu barato e cobrou R$ 100,00, revela”.

O desagradável assunto, entretanto, adentrou pelas últimas horas da madrugada do último sábado, entrando pela manhã do domingo, sob presença de inúmeros manifestantes (prós e contras), o derrotado ex-prefeito Nilson Costa e o empossado, o novo prefeito Dudu Ranieri (ambos nossos amigos).

Quanto ao entreveiro, já vinha há algum tempo (razão porque é difícil saber quem é mais ou menos quem), é como buscar a razão entre gregos e troianos. – Fico por aqui.

O autor, José Almodova, é professor/mestre em Projeto, Arte e Sociedade pela Unesp/Bauru. É jornalista e colaborador do JC. E- mail: almodova@ig.com.br

Comentários

Comentários