Os repórteres-mirins do JC Criança conheceram muitos expositores da 2.ª Bienal do Livro de Bauru e conversaram com vários visitantes. As pessoas que visitam uma feira desse tipo são superligadas em livros e conhecem muitos autores e publicações.
O policiamento da Bienal também foi reforçado. O segurança Ricardo Godoy, 19 anos, conta que a principal preocupação é com acidentes e furtos. “O perigo de crianças correndo e adultos fumando também pode causar um incêndio”, alerta.
O artista plástico e coordenador geral do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência de Bauru (Comude) Francisco Takao Kajino, 44 anos, adorou a bienal. “Achei bonita, animada e muito boa para as crianças verem a quantidade de opções em leitura. Eu gosto e preciso ler. Comecei a gostar de ler na adolescência. Leio de tudo. A leitura é uma porta de conhecimento. Nada é mais importante que o conhecimento. O conhecimento, ninguém tira da gente”, ensina.
O divulgador de livros Sandro Ronnye F. Rubira, 24 anos, também aprovou a Bienal. “Está muito agradável. O número de visitas é o esperado e o público está se adaptando à Bienal. Esperamos que permaneça como evento fixo nos próximos anos.”
O Luiz Crochanne, 48 anos, é livreiro na Bienal do Livro de Bauru. “Eu acho que o movimento está bom”, comenta. Ele participou da primeira edição da feira e conta que gosta muito de ler: “Em todas as ocasiões”. “O que eu mais gosto na Bienal do Livro é receber os alunos das escolas”, conclui Crochanne.
A vendedora Adriana, 27 anos, disse que os livros de magia são muito procurados. “Mas os lançamentos também têm bastante saída.” Já a estudante Amanda, 10 anos, dá a dica de qual Livro mais gostou. “Eu sugiro o Sapato Novo”.
A comerciante Viviane S. Dos Anjos Macharet de Sousa, 22 anos, gostou da criançada na feira. “Eu vendo todos dois tipos de livros, mas os infantis alegram os estandes.”
O vendedor Homer Andrade, 49 anos, recomenda o menor livro do mundo. “Ele mede 4 milímetros e está custando R$ 10,00. Vem dentro de um saquinho plástico e com uma lupa pequena para conseguir ler.” Outra dica de Homer é o livro-maquete. “Ele é interativo e chama ‘O livro da água’. Proporciona ao leitor saber mais sobre a água. Como é o seu ciclo na natureza.”
A professora Glória Maria Palma, 50 anos, indica o livro “Florbela -Trocando olhares”, sobre poesia . “Gosto de feira e com livro é melhor ainda”.
Já a comerciante Vera Lúcia Graciana Nascimento, 49 anos, apostou nos livros infantis e nas canetas enfeitadas. “Os livros custam a partir de R$ 1,00 e as canetas, R$ 3,00.”
O comerciante Domingos Viana, 43 anos, concorda que quem mais compra os livros são as crianças. “É que temos opções a partir de R$ 0,50 no segmento dos infantis.”
O comerciário Maurício Goncalves Seabra Neto, 52 anos, recomenda “Os 12 Trabalhos de Hércules”. “Hoje, eu já comprei o livro Brasil, Uma História.” A vendedora Suzana Carvalhaes, 26 anos, adorou o livro “Depois Daquela Viagem”, mas acabou comprando outro. “Estou levando “Amor de Perdição”.
O vendedor Kleber Cintra, 30 anos, achou os livros muito bons. “Comprei o livro Civilizações Perdidas, mas o Time Life também é muito bom.”