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Esperanças dos adultos!


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Olá, crianças queridas de todo o mundo!!! Temos razões de sobra para saudá-las com tal entusiasmo porque já desponta a aurora do seu dia de amanhã. E vocês merecem saudações especialíssimas como essas assim como abraços apertados de todos nós, sejam pais, irmãos, professores e amigos de todas as idades e tamanhos. Justifica tanto carinho, tudo aquilo de expressivo que vocês representam para suas comunidades, sendo cada um dos meninos e meninas amplíssimos fermentos de crescimento ininterrupto da humanidade galopante, pois que todas as crianças são um manancial de promissoras esperanças.

Só isso seria suficiente para referendar o regozijo da data, mas um outro pólo, da mais elevada significação, entra também no singular contexto, qual o do fabuloso engrandecimento humano-social-científico que brota de vocês e marcha tempo afora sem parar. Residiria aí o sobrenatural valor da espécie infantil, porque não se pode deixar de debitar a tal circunstância o progresso alcançado pelas populações, que vocês agilizam, desde o alvorecer do universo, com as conquistas que a partir da infância foram sendo assinaladas alvissareiramente pelos adultos de ontem e de hoje, tendo a sua rica sementeira plantada na seara de cada um.

“Vivem-se séculos de velocidade. Quem anda devagar fica para trás. Quem pensa com lentidão perde oportunidades”, afirmam analistas com base na globalização que encurta distâncias, muda costumes e, conseqüentemente, promove a evolução das gerações que vão despontando nos horizontes, nos lares e sendo preparadas nas escolas da cultura e da vida para o futuro que virá amanhã e depois.

Então, que nunca falte para a criançada de todos os tempos energia para alcançar seus sadios e sábios destinos, atenta toda ela à mensagem divina que adverte a quantos precisam: “Sobrevoei um mundo de trevas densas, habitado por seres de mil crenças. Aturdidos, desesperados, conturbados, despidos, corpos chagados, caminhando, tropeçando alucinados numa só direção de encontro a um paredão. Enviei a eles meus amigos para avisá-los, ouvidos tapados não ouviram. Lancei sobre eles a minha luz, olhos fechados não a viram. Desci para ajudá-los e pregaram-me na cruz!” Parabéns, crianças, pelo dia de amanhã. Vocês são as esperanças dos adultos. É a nossa opinião.

O autor, N. Serra, é o jornalista responsável do JC e delegado regional da Associação Paulista de Imprensa e da Ordem dos Velhos Jornalistas do Estado.

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