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Liga Bauruense: Falcão diz que é perseguido

Da Redação
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Sílvio Antônio, o Silvão, presidente do Falcão, deu ontem sua versão sobre o jogo tumultuado contra o Porto, domingo passado, pela terceira fase do Campeonato da Primeira Divisão da Liga Bauruense de Futebol Amador (LBFA). O jogo, no Padilhão, estava empatado por 1 a 1 e foi dado por encerrado aos 38 minutos do primeiro tempo.

Silvão alega que seu clube, que tem só dois anos e foi campeão da Segunda Divisão em 2002, vem sendo perseguido. E teme duro castigo por parte da justiça desportiva, o que seria injusto, segundo ele.

“O jogo já começou num ambiente ruim, com o Chulita (o árbitro Ismael Maciel) pegando no pé do nosso atleta, o Sugão. Depois, durante a partida, Alexandre, o Capacete, jogador do Porto, chutou o Lei sem bola, juiz e bandeirinha viram, mas nada marcaram. Logo em seguida, numa confusão, Souza, perdeu a cabeça, sim, e partiu para cima do bandeirinha, que o havia acusado injustamente de indisciplina. Houve briga, cenas lamentáveis, mas a culpa é do Capacete e da arbitragem”, disse Silvão.

O dirigente afirmou que está magoado com Lu, treinadora do Porto, que ‘entregou’ vários jogadores do Falcão ao representante do jogo.

“Nos tumultos, foram expulsos só um de cada time, mas para nossa surpresa, sete jogadores do Falcão foram citados na súmula como agressores do trio de arbitragem. Isso não é verdade. Queremos justiça por parte do tribunal”, disse o presidente do Falcão.

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