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A curiosa dúvida de Alvin Toffler


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Espero que até o momento do conhecimento deste assunto ninguém pense que eu poderia, ao ensejo do curioso, porém, excelente artigo, cujo assunto foi recentemente publicado neste JC. Conhecer e informar-se, ou saber algo sobre o cidadão Alvin Toffler. Isto é, o que o “futurista” Tofller, em seu interessante escrito, veio a público, como que suplicando um apelo, na busca da certeza de saber se realmente “será que a nova economia existe de fato?”.

Felizmente, havendo no rodapé do artigo em questão esclarecimento exemplar, em cuja informação capaz de satisfazer o que não sabíamos, e que então, tudo ficou muito claro. Em razão do que, segundo se confirma: Alvin Toffler é o futurista com maior credibilidade e influência internacional. Toffler tem assessorado presidentes e primeiro-ministros de vários países e CEOs de importantes empresas em todo o mundo.

Encarando o assunto levantado por Toffler, me atrevo a usar minha colher torta no presente assunto. E o faço voltado ao pensamento de aceitar o exemplo da expressão que supostamente vivemos na “nova economia“. Porém, há algum tempo passado e até pouco recente, também supus estarmos vivendo ocasião duvidosa. Supunha não estarmos vivendo “nova economia” não rejeitando a expressão contrária “economia moderna”. Assim, concluí que na verdade e realmente no mundo moderno não cabe mais vivermos novas economias, mas sim vivendo continuamente fases de economias modernizadas, ao passo inexorável da modernização tecnológica mundial.

Quanto à percepção na busca de um modelo ajustado à perfeição ideal (tal co-mo suponho manter na minha opinião, sem querer ensinar...), estou certo de que a nova economia inexiste. Em assim sendo, qualquer que seja o tipo ou modelo da economia, estará sujeita às administra- ções precisas. Que por sua vez vivem em constante busca de momentos necessários às submissões de renovações, visando alcançar pelo menos um degrau ideal à modernização, que paire numa economia possível. Assim é que, particularmente, aposto na “economia moderna” a que sofre perene modernização. Entrementes, ninguém duvida que ainda se encontrem supostas velhas organizações de economias tradicionais rotuladas “velhas economias”. Estas, tradicionalmente antiquadas, entretanto, ainda mantêm-se interagindo no sistema mercantil, sob proteção de minimodernizações quebra-galho.

Quanto à curiosa “dúvida” do autor Alvin Toffler ao manifestar-se interrogando se: “Será que a nova economia existe de fato?” (ipsis literis). Ao ensejo, retrocedendo dois anos nesta coluna do JC (18/10 de 001), e na semana recente (16/10/003), publiquei na coluna “A modernização da economia”, mantendo a liberdade de excluir a badalada expressão que creio inaceitável, “nova economia”!..

Entendo que não acontece nascer ou renascer “nova economia”, mas na presença da modernização de tratamentos e atitudes (isto sim), que se lhe acrescente diuturna mentalidade econômica, segundo surgimentos de novas e modernas alternativas. Nem por isso penso no aborto da criação de novas gestões, “novo modelo de gestão, o de corporação sem centro” (criado por consultores americanos, citados em “Administrador Profissional, do Conselho Regional de Administração – SP)”. – Fico por aqui.

O autor, José Almodova, é professor/mestre em Projeto, Arte e Sociedade pela Unesp/Bauru. É jornalista e colaborador do JC. - E- mail: valmodova@ig.com.br

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