Bairros

Condomínios pedem flexibilidade

Thaís da Silveira
| Tempo de leitura: 1 min

“Viver em comunidade não é fácil. É necessário paciência, tolerância, compreensão.” A afirmação é da psicóloga Luciana Biem Neuber, que dá dicas sobre como lidar com os problemas dos condomínios.

A profissional afirma que as pessoas que têm dificuldades em lidar com o cotidiano dos edifícios podem ter problemas emocionais como irritabilidade, nervosismo e angústia.

Ter flexibilidade é importante para lidar com situações adversas da melhor forma possível. â€œÉ preciso se relacionar muito bem com seus vizinhos. Nós precisamos do outro. Viver em comunidade é isso”, expõe.

Segundo Luciana, as diferenças entre as pessoas geralmente são causas da insatisfação de moradores de prédios. “Tem pessoas que moram em edifícios e não aceitam nenhum barulhinho. Nesses casos, ela é que tem que mudar”, avalia.

A psicóloga orienta as pessoas a tentar conversar e participar das reuniões de condomínio antes de criar atritos com os demais condôminos. “Em último caso, ela tenta buscar outro local para morar. O importante é encontrar soluções, e não mais problemas”, diz.

Luciana acredita que com pequenos atos é possível obter harmonia na convivência com outras pessoas. Ela é otimista.

“Eu acredito que as pessoas estão resgatando a colaboração em comunidade. Houve uma geração de muita individualidade, mas as pessoas estão procurando valores que antigamente eram comuns”, comenta.

“Viver em comunidade é compartilhar, colaborar, doar, receber”, reforça a psicóloga.

Outra dica é ter como objetivo transformar sua casa em um local prazeroso e agradável para a família. O lar não deve representar mais um problema na vida de ninguém.

“O nosso lar é um local que deve proporcionar tranqüilidade, aconchego, satisfação para que recarreguemos nossas energias acumuladas tanto no âmbito profissional quanto no pessoal”, observa Luciana.

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