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Para instrutor, local não possui infra-estrutura

Diego Molina
| Tempo de leitura: 1 min

O instrutor Marcos Gino comentou que seus alunos queixaram-se bastante sobre o novo local de exames. “O maior erro é que a infra-estrutura aqui não é adequada. O local do trajeto é cheio de pedras e ondulado. Tem lugares no Sambódromo com o asfalto mais plano e liso”, aponta. O exame é realizado na área de dispersão.

A menos de 15 metros do percurso de motos, há uma ribanceira alta, com mais de dez metros de altura e sem nenhuma grade de proteção. Gino alerta que um aluno poderia se acidentar no local. “Eles estão em exame, sob tensão. Ele cair ali não é impossível. Se ele perder o controle e acelerar a moto para fora do percurso, pode se machucar”, diz o instrutor.

Outro problema apontado por Gino é a falta de um local para os candidatos aguardarem sua prova, como havia no CT. “O local não tem banheiro, não tem cobertura, não tem nem água para tomar. Eles têm que ficar aqui embaixo do sol? E se chover?”, questiona.

O diretor em exercício do Ciretran responde que os banheiros do Sambódromo estariam disponíveis para uso. No entanto, a reportagem do JC verificou que tanto o sanitário masculino quanto o feminino estavam trancados com cadeado, ontem pela manhã, enquanto as provas eram realizadas.

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