Tribuna do Leitor

A história não se repete


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O triste presente, como será visto no futuro? É a grande dúvida não só do historiador Luciano Dias Pires, mas de todo aquele que ama a nossa querida Bauru, tão comentada. Nos dias atuais, me recordo da infância quando ouvia-se a cirene da N.O.B e o barulho dos trens em engate no pátio da estrada de ferro.

A cidade, cantada nos versos de Rodrigues de Abreu, perpetua os grandes feitos e um futuro promissor e os grandes pioneiros norteiam a cidade no trilho do desenvolvimento, mesmo sendo tolhidos pelo ciúmes. E a terra branca se suja do sangue vermelho daqueles que sonharam e lutaram por uma cidade melhor, os desbravadores. Num passado não muito distante, encontramos políticos como Nicolinha, Alcides Franciscato, e a boa dobradinha com Abrahin Dabus, a família Gasparini, o sr. Antônio Domingues, Pracinha de 32, Francisco Dal Médico, Jaime Palharim e outros tantos que lutaram para o bom desenvolvimento da nossa cidade.

A cidade se mostra nos versos de Vitor Martinello, quando sita o casarão de seu avô na rua Araújo Leite, Q1. E os lindos versos de Nidoval Reis, trazendo o belo coreto da praça. A nossa cidade tem poetas, a nossa cidade tem músicos, a nossa cidade tem políticos, a nossa cidade tem história. O município não pode empobrecer, temos que rever os critérios, para administrar melhor o Legislativo, e o Executivo, como se fosse a nossa própria casa, o lugar onde moramos, onde nascemos, onde crescemos, e vamos criar nossos filhos, o lugar onde temos inspiração. A história somos nós que fazemos, a história está no nosso quintal, a mangueira, o cajueiro, a goiabeira. Assim é Bauru, as lojas da Getúlio, das cassações, e dos grandes projetos. Assim é Bauru do futuro,

A HISTÓRIA DEPENDE DE NÓS! (João Elder Feres Ruiz - RG 13343004)

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